A OpenAI lançou o ChatGPT for Teens e está a alargá-lo à Europa nas próximas semanas, mas o controlo parental que o acompanha só funciona se alguém o ativar. Um professor espanhol partilha um plano de cinco sessões, adaptável ao 3.º ciclo português, para preparar alunos e famílias antes de o interruptor chegar.

Um adolescente de catorze anos não precisa de pedir autorização a ninguém para abrir o ChatGPT — só precisa de escrever uma data de nascimento. É esta simplicidade, mais do que qualquer funcionalidade nova, que torna urgente o tema que este artigo trata: o que a escola e as famílias podem fazer antes de a próxima ferramenta de inteligência artificial chegar, e não depois.
A 18 de agosto de 2026, a OpenAI lançou o ChatGPT for Teens, uma experiência distinta do ChatGPT normal para utilizadores entre os 13 e os 17 anos, com proteções reforçadas e um sistema de controlo parental que já vinha a ser construído desde o final de 2025. Nos Estados Unidos, o Reino Unido, o Canadá, a Austrália e a Nova Zelândia, já está em vigor; segundo a própria OpenAI, a União Europeia segue-se nas próximas semanas. Para um diretor de turma português, a pergunta interessante não é “quando chega”, é “o que fazer enquanto ainda não chegou”.
Este artigo parte da leitura do texto «Hablemos de IA en el aula de la ESO y con las familias», de Ramón Besonías, professor e autor do blogue espanhol IA educativa, publicado a 22 de agosto de 2026. Besonías descreve o funcionamento do ChatGPT for Teens e do controlo parental que o acompanha, e partilha um plano de formação de cinco sessões para a ESO — a Educação Secundária Obrigatória espanhola, que cobre alunos dos 12 aos 16 anos — pensado para preparar estudantes e famílias para um uso mais seguro e crítico da inteligência artificial generativa. Todos os factos sobre o funcionamento do ChatGPT for Teens e do controlo parental foram verificados de forma independente junto das páginas oficiais da OpenAI antes de serem reproduzidos aqui. Este artigo transpõe o plano de formação de Besonías para o contexto português, cruzando-o com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, o Decreto-Lei n.º 55/2018 e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.
O controlo parental que já existe no ChatGPT
A OpenAI introduziu o controlo parental do ChatGPT no final de 2025 e reforçou-o significativamente com o lançamento do ChatGPT for Teens, em agosto de 2026. O mecanismo funciona por vinculação de contas: um familiar adulto pode enviar um convite a partir das definições da sua própria conta, o adolescente recebe-o e aceita-o, e só a partir desse momento o familiar passa a gerir um conjunto limitado de definições. Entre elas, pode definir «horas silenciosas» em que o ChatGPT fica indisponível, desligar o modo de voz, impedir a geração de imagens, desativar a utilização de memórias guardadas nas conversas, e optar por que as conversas do adolescente não sejam usadas para treinar novos modelos. Pode também receber notificações de segurança em situações limitadas e consideradas de risco elevado — nomeadamente sinais de automutilação ou, desde este lançamento, de perturbações do comportamento alimentar.
O que o controlo parental não permite, e este ponto merece ser dito com toda a clareza a qualquer encarregado de educação que pergunte, é ler as conversas do menor ou acompanhá-las em tempo real. A própria OpenAI é explícita quanto a isto: vincular as contas não dá a um pai ou responsável acesso ao histórico ou à atividade do adolescente. É um controlo de definições, não um sistema de vigilância — uma distinção que separa este mecanismo de outras ferramentas de monitorização parental mais invasivas, e que convém explicar às famílias antes de a ativarem, para que não confundam as duas coisas.
Porque é que o controlo parental, sozinho, não chega
Besonías identifica no seu artigo aquele que é, provavelmente, o problema mais relevante desta funcionalidade: na maioria dos casos, o acordo entre pais e filhos sobre o uso da inteligência artificial simplesmente não existe, e por isso o controlo parental nunca chega a ser ativado. É uma leitura pessoal do autor, não um dado estatístico verificado, mas que qualquer professor reconhecerá com facilidade — a existência técnica de uma ferramenta de proteção não implica a sua utilização real, e um adolescente sem qualquer acompanhamento continua a navegar sem critério, sem limites e, sobretudo, sem apoio para desenvolver um.
Há ainda um segundo risco, mais subtil, que vale a pena levar a uma reunião de pais: o controlo parental pode gerar uma falsa sensação de segurança. Ativá-lo não garante, por si só, um bom uso da ferramenta — um adolescente pode continuar a passar horas seguidas com o telemóvel, mesmo com as horas silenciosas configuradas, e pode simplesmente transportar um uso problemático para outra aplicação que não tenha esse controlo ativado. É uma observação que se aplica, aliás, a qualquer ferramenta de proteção digital, desde o controlo parental de uma consola até ao modo restrito de uma rede social: o guardrail técnico é educativo, não punitivo, e só funciona quando acompanhado de uma conversa que o justifique.
Quem pode usar o quê: os limites de idade
Os Termos de Utilização da OpenAI fixam a idade mínima para uma conta de ChatGPT em treze anos, com uma condição adicional: entre os treze e os dezassete anos, é necessário o consentimento de um pai, mãe ou responsável legal. Abaixo dos treze anos, não é permitida a criação de conta — o que não impede que um professor ou um familiar utilize a ferramenta para produzir materiais destinados a uma criança mais nova, desde que seja o adulto, e não a criança, a interagir diretamente com o sistema. A partir dos dezoito anos, a conta deixa de ter qualquer proteção de menor associada e passa a funcionar como qualquer conta de adulto, dentro dos limites gerais da lei.
Na prática letiva portuguesa, este enquadramento tem uma implicação direta: um aluno do 7.º ou do 8.º ano, com treze ou catorze anos, já pode legalmente ter uma conta de ChatGPT com autorização dos encarregados de educação — e é frequente que a tenha, com ou sem essa autorização. A utilização em contexto de sala de aula, sublinha Besonías, deveria seguir sempre critérios pedagógicos definidos e supervisionados pelo professor, independentemente da idade mínima que a plataforma permite.
Como o ChatGPT deteta que é menor
Um adolescente não precisa de se registar numa aplicação separada para aceder ao ChatGPT for Teens: cria ou utiliza a conta normal de ChatGPT, e é o próprio sistema que decide, com base num conjunto de sinais, se deve aplicar as proteções da versão para adolescentes. A OpenAI descreve este mecanismo como um sistema de previsão de idade, que combina a idade declarada no registo com sinais de utilização — desde há quanto tempo a conta existe até aos horários habituais de utilização — para estimar se pertence, com probabilidade razoável, a alguém com menos de dezoito anos. Nos casos de dúvida, a empresa afirma optar sempre pela via mais cautelosa, aplicando as definições de adolescente por defeito.
O sistema não é infalível, e a própria OpenAI reconhece isso ao prever um mecanismo de correção: um adulto classificado incorretamente como menor pode verificar a sua idade — nalguns casos através de um documento de identificação e de uma verificação facial feita por um fornecedor externo — e recuperar a experiência de conta normal. O inverso também é verdade, e é o que preocupa mais diretamente pais e professores: um adolescente com alguma destreza técnica pode tentar contornar o sistema. Nenhuma fonte consultada para este artigo apresenta uma taxa de eficácia publicada para este mecanismo de previsão, pelo que vale a pena tratá-lo como uma proteção adicional e não como uma garantia absoluta — exatamente a mesma cautela que Besonías recomenda no seu artigo original.
Vale ainda referir, porque interessa diretamente às famílias portuguesas, que ter uma conta automaticamente classificada como ChatGPT for Teens não impede que os pais ativem depois o controlo parental de forma voluntária — as duas camadas de proteção, a automática e a que depende de um adulto configurá-la, funcionam em paralelo e não se substituem uma à outra.
Um plano de cinco sessões para o 3.º ciclo: «IA com cabeça»
A parte mais útil do artigo de Besonías para um professor português não é a descrição do ChatGPT for Teens — é o plano de formação que o próprio autor construiu e partilha em acesso aberto, batizado de «IA com cabeça». Foi pensado para a ESO espanhola, que cobre alunos dos doze aos dezasseis anos e corresponde, de forma aproximada e sem equivalência exata, aos anos entre o 7.º e o 10.º ano do sistema português — o 3.º ciclo do ensino básico mais o primeiro ano do secundário. A transposição directa do plano para o calendário escolar português exige, por isso, algum ajuste de expectativas quanto às idades envolvidas em cada sessão, mas a estrutura pedagógica mantém-se inteiramente válida.
O plano contém cinco sessões de cerca de cinquenta minutos cada, cada uma com um guião para o professor e uma ficha de trabalho para o aluno, pensadas para serem adaptadas e não seguidas à letra. Besonías recomenda diferenciar a abordagem por nível: nos anos mais novos, mais imagens, casos práticos concretos e dinâmicas ágeis; nos anos finais, dilemas mais ambíguos e discussão aberta. Sugere ainda repartir o enfoque por ano de escolaridade — privacidade e pedir ajuda a um adulto no início do ciclo, segurança e hábitos de uso no ano seguinte, fontes e enviesamentos mais à frente, e autoria, ética e identidade digital nos anos finais —, uma progressão que qualquer coordenador de Cidadania e Desenvolvimento português reconhecerá como sensata.
A primeira sessão parte de uma pergunta simples e anónima — para que já usaste alguma inteligência artificial? — e avança para uma discussão em grupo sobre situações concretas de uso, terminando com cada aluno a completar, numa única frase, a ideia de que usar inteligência artificial sendo menor implica alguma coisa que ele próprio tem de nomear. A segunda sessão foca-se na privacidade: em vez de definições teóricas, trabalha com decisões reais sobre o que partilhar ou não partilhar com uma inteligência artificial, incluindo um exercício em que os alunos identificam, numa captura de ecrã fictícia, que dados pessoais deveriam remover antes de a enviar. A terceira sessão ataca de frente o problema das alucinações — as respostas erradas mas convincentes que estes sistemas produzem — através de uma regra simples de três perguntas que qualquer aluno pode aplicar antes de confiar numa resposta importante: como é que ela sabe isto, consigo verificá-lo noutra fonte, e faz sentido à luz do que já sei.
A quarta sessão é talvez a mais diretamente relevante para quem lida com avaliação escolar, porque trata da diferença entre pedir ajuda a uma inteligência artificial e delegar-lhe o próprio pensamento. Besonías propõe um exercício de classificação por cores: pedidos como explicar uma ideia de outra forma ou dar pistas sem revelar a solução ficam no verde; pedir um resumo completo do tema ou um esquema fica numa zona intermédia, amarela, que vale a pena discutir com a turma; e pedir que a inteligência artificial faça o trabalho todo, ou escreva um texto como se fosse do próprio aluno, fica claramente no vermelho. A pergunta que atravessa toda a sessão — se o ChatGPT desaparecesse agora, saberias explicar o que acabaste de entregar? — funciona como um teste simples e imediato de delegação cognitiva excessiva. A quinta e última sessão fecha o ciclo com um exercício de autonomia: os alunos discutem pequenos dilemas do quotidiano — um trabalho por entregar no dia seguinte, uma resposta da inteligência artificial que contradiz o que o professor explicou na aula, um amigo que pede para submeter o trabalho de outro a um sistema de melhoria automática — e terminam por escrever, e simbolicamente assinar, um conjunto pessoal de regras de uso que se comprometem a seguir.
Besonías recomenda ainda envolver as famílias através de uma sessão paralela, mais breve, centrada em duas infografias que produziu — uma que explica o funcionamento do controlo parental e outra pensada para o próprio adolescente ler em casa, com perguntas para conversar em conjunto. Os materiais completos, incluindo as fichas de trabalho de todas as sessões e as infografias, estão disponíveis em acesso aberto através da pasta de materiais partilhada pelo autor, referenciada no final deste artigo.
O que isto diz à escola portuguesa
Nenhuma parte deste plano foi escrita a pensar no currículo português — Besonías dirige-se a professores espanhóis do seu próprio contexto —, mas o enquadramento para o aplicar em Portugal já existe, e cobre de forma quase completa aquilo que o plano propõe. A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, atualizada em agosto de 2025, mantém a literacia mediática entre os domínios obrigatórios da componente de Cidadania e Desenvolvimento em todos os ciclos, com um enunciado que cobre explicitamente a utilização crítica e segura das tecnologias digitais e dos conteúdos gerados por inteligência artificial (Portugal, 2025) — é, sem qualquer adaptação, o espaço curricular onde as cinco sessões de Besonías encaixam.
O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória oferece um segundo ponto de entrada, mais transversal a qualquer disciplina: entre as suas dez áreas de competência, inclui o pensamento crítico e pensamento criativo e o raciocínio e resolução de problemas, definidos como a capacidade de interrogar a realidade e de formular juízos fundamentados sobre o que se lê e sobre as ferramentas que se usa (Direção-Geral da Educação, 2017) — uma formulação que cobre tanto a regra das três perguntas da terceira sessão como o exercício de delegação cognitiva da quarta. A margem de autonomia curricular de 25% que o Decreto-Lei n.º 55/2018 já concede às escolas (Portugal, 2018) oferece, por fim, o espaço formal onde um plano deste tipo pode encaixar sem exigir uma disciplina nova: um Domínio de Autonomia Curricular de cinco sessões, distribuído ao longo de um período, cabe confortavelmente dentro dessa flexibilidade. Para quem coordena a formação contínua de professores, o quadro europeu DigCompEdu situa a capacitação dos próprios docentes antes da dos alunos entre as competências digitais a desenvolver (Redecker, 2017) — um lembrete de que, tal como Besonías escreve a propósito da sociedade algorítmica em geral, discutir estas cinco sessões primeiro em conselho de docentes é meio caminho andado para as levar depois à sala de aula com confiança.
Uma proposta para a sala de aula
Uma forma simples de começar, sem esperar pela chegada oficial do ChatGPT for Teens à Europa, é adaptar apenas a segunda e a quarta sessões do plano de Besonías a uma aula de Cidadania e Desenvolvimento do 3.º ciclo, precisamente porque tratam de privacidade e de delegação cognitiva — os dois riscos mais imediatos e menos abstratos para um aluno de treze ou catorze anos. Pode pedir-se à turma que, em grupos pequenos, analise três exemplos fictícios de pedidos feitos a uma inteligência artificial — um pedido de ajuda para compreender uma matéria, um pedido de resumo completo de um trabalho, e um pedido para que a ferramenta escreva o texto inteiro em nome do aluno — e que os classifique, com justificação escrita, nas três zonas de cor propostas por Besonías. O objetivo não é chegar a uma resposta única e certa, é tornar visível para o próprio aluno, com os seus exemplos e as suas palavras, onde está a fronteira entre pedir ajuda e pedir para não pensar.
A segunda parte da proposta dirige-se a quem coordena a Estratégia de Educação para a Cidadania de uma escola ou agrupamento. Vale a pena aproveitar a proximidade da chegada do ChatGPT for Teens à Europa para uma sessão informativa curta com encarregados de educação, seguindo o modelo que Besonías propõe para as famílias: explicar em que consiste o controlo parental, onde se ativa, e o que ele não faz — não lê conversas, não substitui uma conversa em casa sobre o que é razoável pedir a uma inteligência artificial e o que não é. Não se trata de convencer as famílias a proibir o uso, que dificilmente seria eficaz; trata-se de garantir que a primeira vez que um encarregado de educação ouve falar de controlo parental não seja depois de um problema já ter acontecido.

Nota de transparência: este artigo foi elaborado com o apoio de inteligência artificial (Claude, da Anthropic), a partir da leitura do artigo «Hablemos de IA en el aula de la ESO y con las familias», de Ramón Besonías (blogue IA educativa, 22 de agosto de 2026). Todos os factos sobre o funcionamento do ChatGPT for Teens, o controlo parental e os limites de idade foram verificados de forma independente junto das páginas oficiais da OpenAI (anúncio de lançamento, página de ajuda sobre controlo parental e página de ajuda específica do ChatGPT for Teens) e de cobertura jornalística especializada (Axios, The Hill), com elevado grau de confiança. A afirmação de que a maioria das famílias não ativa o controlo parental é a leitura pessoal do autor da fonte original, não um dado estatístico verificado, e é apresentada aqui como tal. A correspondência entre a ESO espanhola e os anos de escolaridade portugueses é uma aproximação editorial deste artigo, feita com base na estrutura etária de ambos os sistemas, e não numa equivalência oficial entre currículos. O conteúdo do plano de formação «IA com cabeça», incluindo a estrutura das cinco sessões e os materiais associados, segue de perto a descrição feita pelo próprio autor no artigo original; este texto não teve acesso direto às fichas de trabalho completas disponibilizadas na pasta de materiais, pelo que a descrição de cada sessão reflete o resumo publicado no blogue, não uma leitura integral dos documentos. As referências curriculares portuguesas foram verificadas junto das respetivas fontes oficiais (Direção-Geral da Educação, Diário da República).
Referências
Besonías, R. (2026, 22 de agosto). Hablemos de IA en el aula de la ESO y con las familias. IA educativa. https://iaenlasaulas.blogspot.com/2026/08/hablemos-de-ia-en-el-aula-de-la-eso-y.html
Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_Imagens/perfil_do_aluno.pdf
OpenAI. (2026a, 18 de agosto). Introducing ChatGPT for Teens: Built for learning, backed by protections. https://openai.com/index/chatgpt-for-teens/
OpenAI. (2026b). Introducing parental controls. https://openai.com/index/introducing-parental-controls/
OpenAI. (s.d.a). ChatGPT for Teens. Centro de Ajuda OpenAI. Recuperado a 24 de agosto de 2026, de https://help.openai.com/en/articles/20001421-chatgpt-for-teens
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OpenAI. (s.d.c). Terms of use. Recuperado a 24 de agosto de 2026, de https://openai.com/policies/row-terms-of-use/
OpenAI. (s.d.d). Our approach to age prediction. Recuperado a 24 de agosto de 2026, de https://openai.com/index/our-approach-to-age-prediction/
Portugal. (2018). Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República, 1.ª série, n.º 129.
Portugal. (2025). Resolução do Conselho de Ministros n.º 127/2025, de 29 de agosto — Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Diário da República, 1.ª série. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/enec-2025.pdf
Redecker, C. (2017). European framework for the digital competence of educators: DigCompEdu (Y. Punie, Ed.). Publications Office of the European Union. https://doi.org/10.2760/159770
Para saber mais
Anúncio oficial do ChatGPT for Teens, na OpenAI, com a descrição completa das proteções e funcionalidades referidas neste artigo.
Página de ajuda sobre controlo parental, na OpenAI, com o passo a passo para vincular contas e as definições disponíveis.
Materiais didáticos «IA con cabeza», partilhados por Ramón Besonías, com as fichas de trabalho completas das cinco sessões e as infografias para as famílias, em língua espanhola.
Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (2025), na Direção-Geral da Educação, com a descrição completa do domínio da literacia mediática referido neste artigo.

