
A educação para os media na escola, na educação, começa a manifestar hoje uma fixação nas denominadas ‘fake news’, indo na terminologia e na ação, a reboque dos políticos e da sociedade. Será que faz bem?
Não seria mais correto que os professores, seguissem uma abordagem pela positiva, centrada, isso sim, na verdade, que é o princípio basilar da notícia e norte das relações humanas? Repare-se que falo em professores por que são estes que devem decidir.
Não se reforçaria desta forma a verdade em detrimento do que é falso ou obscuro?
Não se promoveria melhor, mais eficientemente, o sentido crítico nos alunos?
Não ficariam os alunos mais alerta para a questão?
O normal, o comum, não será a notícia ser verdadeira?
A escola tem aqui, ainda com esta questão, uma excelente oportunidade de explicar e clarificar a sua missão à (e na) comunidade, esclarecendo com clareza, a diferença entre informação e conhecimento, que continua a ser o cerne da sua missão: transformar a informação em conhecimento.
Aqui sim, com o pór em prática desta dicotomia, poderá nascer o repúdio esclarecido e natural, sem dramas e de forma clara, das notícias falsas e também dos falsos peritos que se reproduzem como cogumelos… e cada vez mais dificultam o trabalho dos que verdadeiramente o são.
Repito, deve a escola na sua ação promover as notícias falsas ou “fake news”?
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