Algumas escolas, da Alemanha e da Suíça, incentivam o uso de ferramentas de IA, como o ChatGPT, na sala de aula. Acreditam que isso pode ajudar o desempenho de alunos e professores.
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Na escola primária na Suíça, as crianças têm a oportunidade de se familiarizar com a inteligência artificial desde cedo. Odam é um dos primeiros professores do Ensino obrigatório no país a ensinar crianças de 10 e 11 anos a usar a IA.
Embora seja possível utilizar essa ferramenta, é crucial que os alunos também cultivem um olhar crítico e questionem se estão a tomar a decisão correta. Caso precisem interagir com o chat em português, há um computador à frente e outro lá atrás. As crianças só podem acessar o chat em dois computadores da escola e as contas pertencem à instituição.
A turma envolve-se em diversas atividades, incluindo a tarefa de desafiar o chat com a pergunta “quem sou eu?” Pedem-lhe que apresente um enigma sobre cada um. É notável como o chat consegue produzir respostas tão precisas com base em informações limitadas. É fascinante observar como ele rapidamente colige dados da internet e gera textos bem formulados.
Só fez uma ou várias perguntas? Na primeira vez, solicitei: “Crie um enigma sobre mim, tenho 10 anos e adoro cachorros”. A resposta foi que eu era um cachorro. É interessante perceber que se podem sempre criar novas perguntas e aprimorar as nossas interações.
O professor acredita que proibir o uso do chat, como está a ser discutido noutras escolas, seria um equívoco. Para ele, é essencial fornecer às crianças as ferramentas adequadas para o futuro, especialmente quando se trata de desenvolvimentos tecnológicos importantes. Isso inclui não apenas ensinar o uso do computador, mas também desenvolver competências para lidar com médias e tecnologias emergentes, como a inteligência artificial.
Para os alunos mais jovens, essa jornada é divertida e cheia de descobertas.

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