Os meninos britânicos deverão demonstrar o domínio das novas ferramentas de comunicação como são os blogs, os podcasts (subscrições de serviços de descarga de áudio o vídeo), a Wikipedia e o Twitter, segundo uma proposta de reforma da educação primária de que hoje faz eco o diário The Guardian.
Isto, a acontecer, será uma reforma. E nós? Gastamos dinheiro, lançamos foguetes e insistimos nas ferramentas. Um mimo se forem proprietárias. Só se ouve quem dá jeito. Também na educação.
Atenção à educação para os media. Na sociedade actual é incontornável. A formação de professores. Clara, objectiva e exigente. Sem ferramentas porque são em si mesmo castradoras (redutoras e ultrapassadas). WEB 2.0. Criatividade e inovação. Exigência e seriedade. Não se esqueçam que quem deve liderar na sala de aula é o professor. É ele que deve ter um determinado perfil e dominar os novos saberes de que tenho falado.
O aluno de hoje é nativo digital. De facto. Mas se isto é verdade, também o é, o facto de ser incapaz de por si ser capaz de beneficiar das mais valias da rede. Nomeadamente da apropriação do saber. Este é um dos novos papéis do professor. (…)
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…e no Público.
