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Pablo Sanguinetti publica um artigo no novo número de La Lectura, a revista de cultura do El Mundo, insistindo na necessidade de um novo humanismo tecnológico, especialmente diante dos grandes modelos de inteligência artificial que estamos a ver e que veremos nos próximos anos.
A recente controvérsia em torno de um engenheiro da Google que pensava ver “consciência” num sistema de inteligência artificial mostra que a tecnologia é cada vez mais uma questão filosófica, ética e estética.
Precisamos de humanistas capazes de participar do debate, não apenas como convidados de cortesia, mas como protagonistas e especialistas. Precisamos de conhecimento híbrido.
Nos últimos anos, a Filosofia da Tecnologia tomou um rumo pragmático que abre áreas de trabalho muito poderosas e conhecimentos mistos. São poucos os espaços que aproveitam isso.
Os chamados modelos fundamentais de IA derrubarão forçosamente as barreiras artificiais entre os conhecimentos, avançando por territórios até então exclusivos do humano, como a criatividade e a linguagem.
Quem ousar cruzar o caminho da fronteira entre as humanidades e a tecnologia encontrará uma mina de conhecimento disruptivo ainda a ser explorada.
Apontamentos de Pablo Sanguinetti
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