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Este estudo analisa a educação para a Cibersegurança no ensino básico e secundário em Portugal. Eis os principais pontos:
Contexto e Objetivos
O estudo visa:
- Mapear programas e conteúdos de Cibersegurança no ensino básico e secundário português
- Comparar práticas com outros países da UE
- Recomendar melhorias para integrar a Cibersegurança nos currículos escolares
Metodologia
A investigação incluiu:
- Análise de documentos estratégicos e manuais escolares
- Inquérito nacional a Agrupamentos de Escolas e Escolas não agrupadas
- Entrevistas com professores e outros atores relevantes
Principais Resultados
Iniciativas e Familiaridade
- As iniciativas mais conhecidas incluem: PADDE, Educação para a Cidadania Digital, Dia da Internet Mais Segura
- Menor familiaridade com: Líderes Digitais, Mês Europeu da Cibersegurança, Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz
Áreas Disciplinares e Frequência
- A Cibersegurança é abordada principalmente nas disciplinas de TIC e Cidadania e Desenvolvimento
- Em TIC, 44,55% indicam que ocorre sistematicamente ao longo do ano letivo
- Em Cidadania e Desenvolvimento, 31,19% indicam que ocorre frequentemente
Conteúdos e Metodologias
- Foco na utilização segura de ferramentas digitais, proteção de privacidade, validação de informação online
- Metodologias ativas e trabalho de projeto são privilegiados
- Atividades extracurriculares como palestras complementam o currículo formal
Recomendações
- Integrar a Cibersegurança em mais disciplinas além de TIC
- Promover uma abordagem contínua e não apenas em eventos pontuais
- Investir na formação contínua de professores
- Criar um ecossistema digital para gerir atividades de Cibersegurança nas escolas
- Implementar processos de monitorização e avaliação contínuos
O estudo conclui que Portugal tem feito progressos significativos, mas há espaço para melhorar a integração da Cibersegurança no ensino básico e secundário.

