por Nik Peachey – Director of Pedagogy at PeacheyPublications Ltd | Ler na fonte
Por estes dias partilhei um prompt que transforma o teu chatbot de IA num “amigo crítico”, como exemplo de como a IA PODE desenvolver o pensamento crítico — só temos de pensar de forma mais crítica sobre como a aplicamos!
No entanto, suspeito que o que muitos professores querem dizer, quando falam sobre o impacto da IA no pensamento crítico, é que os alunos vão obter informação de fontes de IA e não vão pensar criticamente sobre se essa informação é verdadeira. Isso não é novidade! As pessoas têm lido jornais, consultado sites, lido livros e visto vídeos e televisão durante muitos anos sem considerar a credibilidade do que consomem, por isso não creio que a culpa seja realmente da IA.
De qualquer forma, aqui ficam duas sugestões que posso oferecer da parte da IA para ajudar a combater isto:
- Primeiro, um vídeo sobre como evitar que os alunos usem IA para fazer batota. O texto do vídeo foi criado com o ChatGPT e o vídeo em si foi feito com o Lumen5 (uma plataforma de criação de vídeo alimentada por IA). Há sugestões muito boas, por isso recomendo que vejas e leias:
- Segundo, um prompt que te ajudará a ti e/ou aos teus alunos a desenvolver a compreensão da lógica falaciosa (falácias) em argumentos.
Basta copiares e colares o prompt no teu chatbot de IA (funciona bem com o ChatGPT) e ele irá criar um questionário interativo de escolha múltipla para ajudar a desenvolver a compreensão das falácias do pensamento. Podes jogá-lo várias vezes. Se o usares com os teus alunos, adiciona uma regra para indicar à IA o nível de linguagem a utilizar.
Prompt
Atua como um especialista em pensamento crítico. Cria um questionário para testar a minha compreensão das falácias do pensamento. Faz o teste em formato de escolha múltipla e coloca-me uma pergunta de cada vez, esperando pela minha resposta antes de fazer a próxima pergunta. Quando eu errar, dá-me uma breve explicação antes de avançar para a questão seguinte. Se percebeste, começa com a primeira pergunta.


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