Um relatório pioneiro da University College de Londres sobre hábitos de pesquisa de informação na Internet distingue mitos e realidades sobre o uso que dela fazem os jovens. Uma das ideias subjacentes a todas as conclusões é a de que a destreza digital não é igual a destreza informativa, ou seja, de saber como pesquisar e transformar informação em conhecimento.
1. Os jovens tendem a não compreender bem as suas necessidades de informação e, portanto, a encontrar dificuldades para desenvolver estratégias eficazes de pesquisa.
2. Têm um mapa mental pouco sofisticado do que é a Internet. Tendem a não compreender que esta é uma colecção de recursos de rede a partir de diferentes fontes. Assim, os motores de busca, como Yahoo! ou Google, convertem-se para eles na primeira marca que associam com Internet.
3. Geralmente são mais competentes com a tecnologia que a geração anterior, embora os adultos se actualizem rapidamente. Empregam, no entanto, um menor número de aplicações digitais do que se acredita/pensa.
4. Preferem sistemas interactivos e privilegiam o consumo passivo de informação. Preferem o visual ao textual.
5. São a geração do copia e cola. Abundam os casos de plágio de diversas fontes nos trabalhos feitos.
6. Preferem, como os adultos, a informação solta, em vez de textos completos.
7. Não são especialistas a fazer pesquisas.

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