Aos 96 anos, o filósofo encontra companhia na sua biblioteca diante da solidão e da esperança, diante das “terríveis” notícias de hoje
Montagem: Olivia L. Bueno
Imagem: Paula Casado
Emilio Lledó (Salteras, 1927) não tem televisão nem se interessa pela Internet ou pelas redes sociais, mas mergulha diariamente na leitura com o mesmo ímpeto de quando era estudante. A do “menino magro” que desembarcou em Heidelberg nos anos cinquenta sem saber alemão e com 6.000 pesetas no bolso, mas com uma curiosidade transbordante que surpreendeu Hans-Georg Gadamer. Depois dessa primeira aventura viria uma vida emocionante e itinerante e, entre outros, o Prémio Nacional de Literatura e o Prémio Princesa das Astúrias de Comunicação e Humanidades. (…)
Referência: Eva Baroja, P. C. (2023). Vídeo: En la biblioteca de Emilio Lledó: “Estos libros me demuestran que la vida tiene sentido.” Retrieved from https://elpais.com/videos/2023-12-27/video-en-la-biblioteca-de-emilio-lledo-estos-libros-me-demuestran-que-la-vida-tiene-sentido.html
