Los futuros inevitables de la universidad | Ideas para gestores hacia la consolidación híbrida

2023

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O autor é Hugo Pardo Kuklinski viajante incansável, nómada de ideias, leva-nos a explorar territórios inexplorados. Desafia os clichês da inovação. Com o acesso aberto como abordagem, ele partilha as suas publicações sem restrições, convidando-nos a mergulhar na transformação exigida pela universidade atual.

– Introdução: Explorando a universidade expandida e a consolidação híbrida.
– Prólogo: Liderança académica e gestão universitária.
– Tendências inevitáveis: Um manifesto editável para a universidade híbrida definitiva.
– Governança e gestão universitária: abordagem #empresarial.
– Questões de fronteira: Apropriação #tecnológica no ensino superior e no futuro da escrita académica, #certificaciones com base na #blockchain#metaversidades e #aprendizaje do futebol de elite.
– #NoSePierdanElEpílogo Conversamos com #JuanFreire sobre gestão de mudanças e a promessa não cumprida de inovação.

Aqui está um teaser…

Hugo Pardo Kuklinski: A revista Wired fez um jogo de palavras com exemplos para falar sobre inovação e o obsoleto num campo tecnológico: com fio (conetado), cansado (cansado) e expirado (expirado). Os “fios” nas universidades públicas seriam modelos mais gerenciais, com uma base diversificada de financiamento, maior abertura de concursos abertos internacionais. O “cansado” seria fazer conferências e textos sobre inovação e não executar uma agenda diária sobre isso. Os “vencidos” seriam claustros de universidades públicas liderados por referentes partidários operando com a lógica da conjuntura política nacional, sem qualquer corresponsabilidade pela gestão financeira.

Juan Freire: Acredito que efetivamente enriquecer uma organização com talentos divergentes pela sua trajetória, na perspetiva (inter-/trans-/não-)disciplinar e formas de trabalho é essencial para que haja verdadeira transformação. Mas, ao mesmo tempo, a injeção desse tipo de talento costuma ser traumática e muitas vezes acaba por não dar certo. Quando as organizações ousam, elas medem muito o nível diferente de talento que querem incorporar para evitar que a transformação seja “excessiva”. Em muitas ocasiões esse talento acaba por se frustrar com o nível ou velocidade da mudança.

Cristóbal Cobo: Depois de ter trabalhado com dezenas de universidades em diferentes países, tenho dúvidas sobre até que ponto o corpo docente académico está a procurar essas mudanças profundas propostas no livro. Como movimentamos a agulha? Infelizmente em muitos lugares há esse conceito nostálgico que pode levar ao imobilismo, com uma má ideia do que se entende por tradição que pode estar obsoleta hoje e deve ser revista.

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