
Não há fome que não dê em fartura.
Que gestão de recursos financeiros e humanos? e não nos venham dizer que são pagas por esta ou aquela entidade.
Que fio condutor para o trabalho pedagógico dos professores? Para onde se viram?
Sempre os mesmos especialistas a especializarem-se em fazer sempre o mesmo.
Denominador comum: a ausência de professores dos ensinos básico e secundário.
Assim se trabalha – tão mal – em Portugal!
