Garantir que o planeta tenha uma agenda comum é um desafio. No entanto, parece que não basta apenas concordar com os objetivos estabelecidos, é preciso também transformar ideias em ações. Há menos de metade do tempo previsto para chegar ao final da agenda 2030 e, os resultados são preocupantes.
“Si no actuamos ahora, la Agenda 2030 se convertirá en el epitafio del mundo que podría haber sido”.
— António GUTERRES Secretario General de las Nationes Unidas
Veinte años después de la publicación del Libro Blanco de la Educación Ambiental en España, la necesidad de impulsar nuevos esfuerzos, clarificar prioridades y coordinar iniciativas en el ámbito de la Educación Ambiental para la Sostenibilidad es patente. La confluencia de distintos factores ha favorecido el lanzamiento de un nuevo proceso de reflexión estratégica, que culmina en este Plan de Acción de Educación Ambiental para la Sostenibilidad (en adelante, PAEAS).
Por un lado, factores socioecológicos: los desafíos en este ámbito no han cesado de crecer y agravarse, la inquietud ciudadana es mayor y, con ella, la demanda de conocimiento ambiental. Se comprende ahora mejor la necesidad urgente de acometer cambios complejos desde una responsabilidad individual y colectiva.
Por otro lado, factores económicos, vinculados a la necesidad de impulsar una economía res- petuosa con la naturaleza y baja en emisiones de carbono y el fomento de la economía circular.
Como integrar um modelo de mobilidade saudável e sustentável nas escolas.
Esta publicação centra-se na promoção da atividade física através do transporte ativo na comunidade educativa com uma orientação para a melhoria da saúde e qualidade de vida da população. Globalmente, um terço dos adultos e jovens não atende às recomendações mínimas de atividade física. Na Europa, 10% das causas totais de mortalidade (23,1 milhões) são atribuídas ao sedentarismo. Os altos índices de sedentarismo em crianças e adolescentes representam um grande desafio para governos nacionais e regionais e autoridades locais para melhorar a saúde da população.
Unidade editorial: Secretaria Técnica Geral. Centro de Publicações. Ministério da Educação e Formação Profissional
Proposto por: Subdirecção-Geral da Cooperação Territorial e Inovação Educativa
Co-publicação com: Centro de Publicações SGT (Ministério da Saúde)
Os ensaios contidos neste Caderno delineiam um futuro em que será fundamental o entrelaçamento entre competências profissionais e competências sociais, entre a cultura do trabalho e a cultura da cidadania, entre a capacidade de enfrentar a inovação e a consciência da sustentabilidade como um objetivo indispensável.
Olhar para 2030 – tal como a Agenda 2030 das Nações Unidas – é equivalente a colocar a si próprio o problema do nosso futuro. Para aqueles que trabalham na educação, significa antes de mais perguntar-se em que mundo se encontrarão os rapazes e raparigas que entram hoje no sistema de formação, e que competências precisarão para o enfrentar. É um problema que surge de uma forma nova e particularmente urgente, porque nunca a escola teve de enfrentar um contexto em tão rápida mudança. Certamente não se trata de tentar vaticinios improváveis, mas de formular hipóteses que a ajudem a orientar-se.
Os ensaios contidos neste Caderno tentam dar alguma resposta à questão de qual pode e deve ser o papel da escola e da formação, num cenário em que a única certeza diz respeito à centralidade do conhecimento.
Como abordar a Educação para o Desenvolvimento Sustentável em sala de aula.
Conheça na nova publicação «Guia com orientações metodológicas para a ancoragem curricular da Educação para o Desenvolvimento Sustentável e Cidadania Mundial».
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A educação deve recolher os princípios e valores da sustentabilidade e ser capaz de, como a Unesco observa, “estimular a aprendizagem e promover competências básicas como o pensamento crítico e sistémico, a tomada conjunta de decisões, bem como assumir a responsabilidade pelas gerações atuais e futuras”.
A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, desde a sua aprovação em 2015, destacou a complexidade dos problemas ambientais e sociais e a necessidade de trabalhar de forma interconectada nas diferentes áreas envolvidas. Desta forma, as metodologias mais apropriadas para o desenvolvimento de competências relacionadas com a sustentabilidade, as quais coincidem praticamente com a abordagem que encontramos no Quadro Europeu de Competências sobre Sustentabilidade, e que neste guia se detalham, são ativas, participativas e complementares entre si e permitem responder aos interesses e iniciativas dos alunos. Trata-se de estratégias didáticas e modelos pedagógicos que vão dar lugar ao desenvolvimento de atividades de todo o tipo e que permitirão realizar situações de aprendizagem de acordo com o contexto de cada centro educativo e alunos, para que estas sejam abertas, flexíveis, dinâmicas e inclusivas.
Estas metodologias associadas ao trabalho no âmbito da Educação para o Desenvolvimento Sustentável e da Cidadania Mundial ajudarão os professores e as escolas a promover uma cultura de sustentabilidade ambiental, de cooperação social e a desenvolver programas de estilo de vida sustentável.
Unidade editora: Secretaria Geral Técnica. Centro de Publicações. Ministério da Educação e Formação Profissional
Proposto por: Subdirecção Geral de Cooperação Territorial e Inovação Educativa