Começar bem | Experiências de programas de indução e acompanhamento para novos professores

Julho de 2022

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Apresentação

Como se aprende a ensinar? A resposta a esta simples pergunta diz-nos muito sobre a forma como uma sociedade, uma profissão ou qualquer pessoa entende a educação e a sua função. Em muitos países, a resposta à pergunta foi (e infelizmente ainda é): aprende-se a ensinar ensinando. No entanto, um número crescente de países tem reconhecido a necessidade de cuidar do professor iniciante. Em alguns casos, pelas altas taxas de abandono da docência nos anos iniciais e, em outros, por um claro compromisso com a qualidade educacional.

Décadas de pesquisa mostraram que os primeiros anos como professor são intensos profissional e pessoalmente. Stress, insatisfação, insegurança… afetam os professores que começam a lecionar. Poderíamos considerá-lo como algo normal no início de qualquer exercício profissional, pois já é assim há muito tempo. Mas esqueceríamos que os efeitos dessas tensões não recaem apenas sobre os professores que estão a iniciar o seu trabalho. As vítimas são os alunos desses professores iniciantes. Para ajudar os novos professores a lidar com esses problemas e aprender a linguagem da prática, os sistemas educacionais estabeleceram o que tem sido chamado de programas de iniciação ao ensino. Estes programas representam uma resposta adequada às necessidades dos novos professores.

Este livro concentra-se em apresentar uma conceituação do período de iniciação ao ensino e, especialmente, na descrição de exemplos de programas de iniciação que foram desenvolvidos com sucesso em alguns países à nossa volta.

Índice:

  1. El acompañamiento a docentes noveles en el marco de
    un desarrollo profesional fortalecido . . . . . . . . . . . . . . . . 9 Jesús Manso; Carolina Donaire
  2. La inserción del profesorado novel en América Latina: algunas certezas, muchos desafíos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 Denise Vaillant
  3. Políticas e programas de apoio aos professores
    iniciantes: reconfigurações no contexto da pandemia
    de COVID. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 Joana Paulin Romanowski; Marilia Marques Mira
  4. Perspectivas de indução docente: possibilidades às
    tensões e aos desafios de professores em inserção profissional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 Giseli Barreto da Cruz; Fernanda Lahtermaher
  5. Inducción de docentes noveles: tensiones y desafíos
    desde la experiencia chilena. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 Ingrid Boerr; Carlos Eugenio Beca
  6. ¿Cómo y para qué utilizan las redes sociales los
    docentes principiantes? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125 Paula Marcelo-Martínez

7. Cinco años después: análisis retrospectivo de
experiencias de inducción de profesores principiantes . 143 Carlos Marcelo; Paula Marcelo-Martínez; Juan
Francisco Jáspez

8. El mentor principiante: inducción profesional y resolución de problemas en la práctica . . . . . . . . . . . . . Sandra González-Miguel; Cristina Mayor-Ruíz; Elena Hernández-De la Torre

. 169

9. El acompañamiento a docentes principiantes: análisis y resultados de un programa de inducción. . . . . . . . . . . . . 191 Carlos Marcelo; María Altagracia López Ferreira

Sobre los autores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 223

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