Por que é que algumas crianças com grandes capacidades são notoriamente mais bem sucedidas na vida que outras com iguais oportunidades e competências

Unidad editora: Secretaría General Técnica. Centro de Publicaciones. Ministerio de Educación, Cultura y Deporte Propuesto por: Instituto Nacional de Evaluación Educativa Autor/es: Freeman, Joan Fuente: Revista de educación nº 368, abril-junio 2015. pp. 255-278

Unidad editora: Secretaría General Técnica. Centro de Publicaciones. Ministerio de Educación, Cultura y Deporte
Propuesto por: Instituto Nacional de Evaluación Educativa
Autor/es: Freeman, Joan
Fuente: Revista de educación nº 368, abril-junio 2015. pp. 255-278

Algumas crianças com grandes capacidades têm mais sucesso que outras com capacidades, grau de apoio e oportunidades similares. É necessário identificar as razões. Num estudo longitudinal de 35 anos no Reino Unido, foram analisadas em profundidade as vidas de 210 crianças, 70 dos quais foram identificados como de altas capacidades contrastados com dois grupos de controlo em função da idade, género e nível socioeconómico na mesma aula, em 63 escolas. Enquanto o primeiro grupo contava com idênticas capacidades, o segundo foi eleito aleatoriamente. Um resultado relevante consistiu na verificação de que as crianças com altas capacidades tiveram um número significativamente maior de problemas emocionais que os seus pares no grupo de controlo. Por volta dos seus 45 anos, estava claro que quanto mais inteligentes eram os indivíduos, maior era a sua probabilidade de êxito mas, de forma reconhecida ou não, o desempenho escolar dos alunos com altas capacidades não se revelaram um indicador fiável de elevado êxito na vida. Os aspetos vitais do êxito foram o trabalho duro, o apoio emocional e uma perspetiva optimista.

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“Encanta-nos a Biblioteca, mas vivemos na Web”

Harrop, H. ; Kay, D. ; Stephens, O ; Schmoller, S. “We Love The LibraryY,But We Live on The Web.”: Findings around how academic library users view online resources and services. Colin Carter of Innovative Interfaces, Sero Consulting 2015

Harrop, H. ; Kay, D. ; Stephens, O ; Schmoller, S. “We Love The LibraryY,But We Live on The Web.”: Findings around how academic library users view online resources and services. Colin Carter of Innovative Interfaces, Sero Consulting 2015

Como os utilizadores das bibliotecas universitárias veem os recursos e os serviços online.

Questionário realizado a mais de 4.000 utilizadores de sete grandes bibliotecas universitárias no Reino Unido publicado com o sugestivo título “We Love the Library, but We Live on the Web” – Findings around how academic library users view online resources and services (2015) que informa sobre como os utilizadores interagem com os serviços relacionados com as bibliotecas e quais são os principais desafios a cumprir por parte das bibliotecas em função das expectativas dos utilizadores. O relatório inclui os resultados do inquérito levado a cabo nas universidades: Universidade de Glasgow; Universidade de Hull; Universidade de Keele; London South Bank University; Queen Margaret University, Edinburgh; Queen’s University, Belfast; e Wellcome Library. O questionário e o relatório foram geridos pelo Sero Consulting (www.serohe.co.uk).

Os resultados sugerem que as bibliotecas podem satisfazer mais e melhor as necessidades dos seus utilizadores mediante a inclusão de todo o tipo de recursos da biblioteca – incluindo recursos multimédia -através de uma só fonte de pesquisa que seja eficaz; além de proporcionar fluxos de trabalho mais diretos orientados para a investigação eletrónica; ativar as funções sociais; e capacitar os utilizadores no uso de aplicações. Em conclusão, as bibliotecas devem aproveitar a oportunidade de atrair os utilizadores através de um espaço mais amplo como é o espaço web.

O comportamento do utilizador e o ecossistema da tecnologia estão a mudar rapidamente, pelo que a comunidade bibliotecária tem que” tomar o pulso “da sua base de utilizadores com o fim de manter um alto nível de serviço. Trata-se de um questionário independente que ajudará as bibliotecas a oferecer a melhor experiência possível aos seus utilizadores na Web.

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Estudo: “A Gestão Documental, na Governança da Informação”

O estudo foi apresentado no dia 11 de novembro na Conferência “Gestão Documental e Governança da Informação – O Debate Necessário” , no auditório da Torre do Tombo, sob o título “A Gestão Documental, na Governança da Informação”. Foi realizado pelo grupo de trabalho de informação documental da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI).