Da criação de redes de aprendizagem à curadoria digital | Curso de formação | PNL2027

O novo analfabetismo não é não saber coisas, é não saber usar a informação. (Jimmy Wales)

Na era da informação, e cientes da importância crescente da curadoria digital, o PNL 2027 anuncia o lançamento do curso de formação: Da Criação de Redes de Aprendizagem à Curadoria Digital. 

Pretende-se que os formandos se assumam como curadores de conteúdos, isto é que procurem, selecionem, analisem, filtrem e organizem informação de diferentes fontes, com recurso a diferentes ferramentas digitais. 

O curso, de carácter informal, dirige-se a professores, bibliotecários, professores bibliotecários, mediadores de leitura e ao público em geral. 

O curso compreende quinze horas, divididas por cinco sessões, cada uma de três horas. Decorre online na plataforma de videoconferência Zoom e é suportado de forma assíncrona numa plataforma LMS.  (…)

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Jornadas de utilização pedagógica das TIC | evento online

Instituto Politécnico de Leiria [clicar na imagem para a ver maior]

Dia 2 de outubro, entre as 18:30 e as 20h.

O tema a abordar é este: “Ensinar e aprender no Séc. XXI | Os (novos) saberes.”

III Seminário Internacional de Tecnologia e Ensino | evento online

Seminário Internacional de Tecnologia e Ensino (SEMITE)

Hoje, a convite do professor Miguel Dias, participei no III Seminário Internacional de Tecnologia e Ensino.

Agradeço o convite e enalteço a excelência do trabalho que o Miguel tem vindo a desenvolver do outro lado do mar.

Falei, ao de leve, sobre A tecnologia na educação em Portugal.

Ver a apresentação

Reflexões sobre a importância de recursos educativos digitais para a inovação das práticas educativas na Escola

Esta apresentação constitui uma reflexão do autor (José Luís Ramos) sobre a importância que, hoje em dia, os recursos educativos em suporte digital poderão ter nos processos de inovação educativa. Depois de alguns conceitos introdutórios, o autor revisita alguns dos processos relativos à criação, organização, uso e avaliação de recursos bem como alguns dos aspectos críticos no desenvolvimento dos repositórios digitais em particular as questões relacionadas com a avaliação e a qualidade dos recursos. O autor sublinhará ainda a importância da dinamização das comunidades de prática na sustentabilidade dos repositórios de recursos educativos digitais.

Bibliografia de apoio

  • A. Margaryan & A. Littlejohn (2008 ) Repositories and communities at cross-purposes: issues in sharing and reuse of digital learning resources. Journal of Computer Assited Learning. Caledonian Academy, Glasgow Caledonian Unit.
  • Hill, Janette R & Hannafin, Michael J. (2001 ) Teaching and Learning in Digital Environments : The Resurgence of Resource-Based Learning. ETR&D, 49 (3) 37-52.
  • Littlejohn, A., Falconer, I. e Mcgill, L. (2008) Characterising effective e-learning resources. Computers and Education 50 (2008) 757-771.
  • Memmel, M., Wolpers, M. e Tomadaki, E. (2008) An approach to enable collective intelligence in Digital Repositories. Proceedings of ED-MEDIA 2008, World Conference on Educational Multimedia, Hypermedia and Telecommunications, June/July 2008, Vienna, Austria.
  • Ramos, J.L. , Teodoro, V.D., Fernandes, J.S., Ferreira, F.M. e Chagas, I. ( 2010) Recursos educativos para Portugal. Estudo estratégico. GEPE. Ministério da Educação.

A insuportável leveza da educação

Observamos, refletimos, concluímos e não podemos deixar de questionar.

Imagem de Khusen Rustamov por Pixabay 

Porque é que, de entre as dezenas e dezenas de projetos lançados, na área da educação, ao longo dos anos, os resultados são vagos, nulos e quase sempre sem consequências?

Os projetos, independentemente da avaliação que tenham (quando é feita), acabam por ter sempre o mesmo fim… desaparecem tal como apareceram. E toca a começar tudo de novo… não há uma estratégia que dê corpo a uma visão consistente, estruturada e consequente a longo prazo.

Porque é que é tão difícil, se não impossível, projetar e lançar projetos nacionais significativos (dois ou três por organismo), capazes de deixarem marca, simples, com objetivos exequíveis e verificáveis, claros, precisos, capazes de mudarem práticas e de promoverem a melhoria do ensino e os resultados da aprendizagem?

Sim. Porquê?

Projetos que não dependam de grandes financiamentos, que valham por si, que se revistam de valor intrínseco, isto é, que se imponham pela sua pertinência e mais valia, e, nessa medida, reconhecidos pelos agentes educativos?

Vale a pena pensar nisto?