Ler e escrever… por Teresa Calçada

 

Teresa Calçada no evento TIC@Portugal´17, no auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova, Monte da Caparica.

Trata-se de uma iniciativa da Associação EDUCOM – APTE (Associação Portuguesa de Telemática Educativa), através do seu Centro de Competência TIC e do seu Centro de Formação de Professores.

Dia 7/7/2017

A língua portuguesa e as literacias do século XXI

Apresentação plenária no Congresso “A Língua Portuguesa: Uma Língua de Futuro”, de celebração dos 725 da fundação da Universidade de Coimbra, por António Dias de Figueiredo.

 

Glossário da poesia medieval profana galego-portuguesa – GLOSSA

Grupo de Investigación Lingüística e Literaria Galega ILLAGrupo de Investigación Lingüística e Literaria Galega ILLA

Grupo de Investigación Lingüística e Literaria Galega ILLAGrupo de Investigación Lingüística e Literaria Galega ILLA

O Glosario da poesía medieval galego-portuguesa (GLOSSA) constitui o primeiro repertório lexical dicionarizado, contextualizado e exaustivo do corpus da lírica profana galego-portuguesa: cantigas de amor, cantigas de amigo e cantigas de escarnho e de maldizer, para além de alguns textos de outros géneros com uma menor representação.

A primeira versão completa do glossário está acessível no site do projeto:http://glossa.gal/.

O GLOSSA nasce no seio do Grupo de Investigación Lingüística e Literaria (ILLA) da Universidade da Corunha, sob a orientação de Manuel Ferreiro como Investigador Principal e com a colaboração de outros membros do ILLA: Xosé Ramón Freixeiro Mato, Xosé Manuel Sánchez Rei, Xoán López Viñas, Leticia Eirín García e Estefanía Mosquera Castro; além de Bieito Arias Freixedo da Universidade de Vigo.

Este Glossário é realizado no âmbito dos projetos de investigação Glosario crítico da poesía medieval galego-portuguesa. I. Cantigas de amor e cantigas de amigo (ref. FFI2009-08917) e Glosario crítico da poesía medieval galego-portuguesa. II. Cantigas de escarnho e maldizer (ref. FFI2012-32801), financiados polo Ministerio de Ciencia y Tecnología e polo Ministerio de Economía y Competitividad, respetivamente, durante o período de 2010 a 2016.

Fonte: IILP

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