Emoções no cyberbullying: um estudo com adolescentes portugueses

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Emoções no cyberbullying: um estudo com adolescentes portugueses

 

Abstract

CAETANO, Ana Paula et al. Emoções no cyberbullying: um estudo com adolescentes portugueses. Educ. Pesqui. [online]. 2016, vol.42, n.1, pp.199-212. ISSN 1517-9702.  http://dx.doi.org/10.1590/S1517-9702201603138125.

Neste artigo, apresenta-se uma parte do estudo extensivo do projeto Cyberbullying – um diagnóstico da situação em Portugal, com a aplicação de um questionário a 3.525 adolescentes no 6.º, 8.º e 11.º níveis de escolaridade. Com vista à caracterização do cyberbullying, pretendeu-se contribuir para a identificação e interpretação das emoções experienciadas pelos jovens envolvidos, quer como vítimas, quer como agressores em situações de cyberbullying. Os dados revelam que a tristeza, a vontade de vingança e o medo são as emoções mais frequentes das vítimas, enquanto a satisfação, a indiferença e o alívio são aquelas que os agressores mais vivenciam. Revelam ainda diferenças significativas entre as emoções experienciadas pelas vítimas e aquelas que os agressores lhes atribuem, o que, podendo ser um indicador da falta de empatia destes últimos, requer o desenvolvimento de uma educação emocional dos jovens. Verificam-se algumas diferenças significativas em relação ao nível de escolaridade, sexo, escola e município, nomeadamente: na maior incidência de emoções como a tristeza, o medo, a insegurança e a vontade de vingança nas vítimas do sexo masculino; mais sentimentos de insegurança, de alívio, de confusão e desorientação nas jovens agressoras; emoções associadas a impotência e falta de apoio, experimentadas pelos jovens no papel de vítimas, mais numas escolas do que noutras. Esses dados levam-nos a refletir sobre formas de agir no sentido da prevenção do cyberbullying.

Keywords : Emoções; Cyberbullying; Emoções morais; Competências emocionais.

 

 

Prepara a tua escola para a sociedade digital

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Nombre autor: Equipo de Innovación Educativa de Fundación Telefónica, con ilustraciones de Jojo Cruz 

Fecha: 10-03-2016

 

Descripción:

Prepara tu Escuela para la Sociedad Digital: “Claves para sumarse al cambio”, editado por Fundación Telefónica, es algo más que una publicación multimedia. Es un espacio de análisis, intercambio y reflexión sobre el estado de la escuela en la Sociedad Digital en España desde la mirada de los centros escolares que innovan a partir de su propio análisis crítico de la situación actual, su propia visión de hacia dónde se debe caminar en la Sociedad Digital, y su propia puesta en práctica de las claves de transformación de cómo gestionar este proceso.

Todo ello ha sido posible gracias a la participación de casi 1.100 centros que han compartido su nivel de Madurez Digital de centro mediante un cuestionario, a la participación de 154 escuelas que han aportado cada una un proyecto real y práctico de cómo responder desde las aulas a los retos que plantea la Sociedad Digital, de las que hemos seleccionado 12 mediante concurso que son analizadas en profundidad en este estudio, y al acompañamiento de 110 expertos en innovación y educación en todo el proceso.

Una apuesta original de Fundación Telefónica que ha permitido compatibilizar dos fines concurrentes. De una parte, reconocer las mejores prácticas sobre transformación educativa en España. Y de otra, conocer en profundidad cómo operan los centros que han situado la innovación en lo más alto de su escala de prioridades.

 

Mapa com as características das ligações à Rede Alargada da Educação de cada uma das escolas públicas portuguesas

Sempre em harmonia com as disposições da União Europeia no sentido de promover uma melhor conetividade a conteúdos e serviços digitais, por parte de cidadãos e empresas, promovendo de uma forma global impactos económicos e societais, a DGEEC assumiu, desde 2008, o projeto Rede Alargada da Educação que envolvia, desde o seu início, ligações em fibra ótica a escolas localizadas em áreas geográficas rurais e remotas. Tratou-se de um projeto ímpar e que potenciou o crescimento de ligações de alto débito em várias regiões do pais. Desde então a DGEEC efetua a gestão da ligação à Rede Alargada da Educação e da ligação à Internet nos agrupamentos e escolas não agrupadas, providenciando recursos de acesso à web para efeitos de utilização da tecnologia em contextos pedagógicos e administrativos.

Clique no mapa abaixo para, acedendo à página da DGEEC, ver o conjunto de características das ligações à Rede Alargada da Educação de cada uma das escolas públicas. Para aceder à informação selecione a escola a partir da sua localização geográfica.

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Na Internet o Dia das Mentiras pode ser todos os dias

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Na Internet o Dia das Mentiras pode ser todos os dias

Se está na net, não significa necessariamente que seja verdade. Conspirações, celebridades que morrem, imagens manipuladas, traduções erróneas em vídeos, entre outros, fazem parte dos conteúdos que encontramos na Internet.

LUÍS PEREIRA

Considerando que se trata de uma fonte de informação absolutamente relevante, convém estar atento e alertar os mais pequenos para importância de usarmos de uma certa desconfiança sempre que estamos online. Muitos desses enganos acontecerão porque alguém iniciou um boato mais ou menos inócuo, mas outros são o resultado de manipulações com algum interesse escondido.

O Google, o motor de busca mais popular nas nossas pesquisas, é mais complexo do que aparenta, permitindo buscas sobre um assunto, por exemplo, em jornais ou limitar a pesquisa a artigos científicos. Quanto melhor se conhecer essas ferramentas, bem como a sua lógica, melhor uso podemos fazer da informação que nos chega. Na verdade, compreender a forma como a web se organiza, e como pode ser manuseada, representa uma importante vantagem no nosso mundo, onde a informação, consumida e partilhada, é cada vez mais um fator crítico.

No final do ano passado, um relatório da entidade reguladora dos media do Reino Unido dava conta de que somente cerca de 30% dos jovens inquiridos era capaz de distinguir um anúncio de um link relevante numa pesquisa no Google. Dados como este revelam que, para além do acesso, as crianças precisam de ser instigadas a estar atentas aos detalhes quando fazem pesquisas na internet. Seguem-se alguns tópicos de conversa para ajudar as crianças a compreender como funciona a web.

1. Criar para testar
Quando se cria um website ou um blogue, por exemplo, e se faz uma pesquisa a seguir, percebe-se que dificilmente esse website acabado de criar aparece indicado numa pesquisa no Google. Isso dá a ideia de que não conseguimos encontrar tudo que está online numa consulta com um motor de busca.

Uma outra atividade que pode ajudar as crianças a perceberem a lógica da web é criar ou editar um conteúdo na Wikipédia. Dar conta de que um dos recursos que tem maior destaque em grande parte das buscas pode, afinal, ter este tipo de contributos ajudará a relativizar o valor da informação que aí encontramos.

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Carta de direitos humanos e princípios para a Internet

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A Carta de Direitos Humanos e Princípios para a Internet abarca todo o âmbito de direitos humanos contidos na Declaração Universal de Direitos Humanos e outros documentos que compõem a Carta Internacional de Direitos Humanos da ONU. Trata-se do resultado do trabalho de muitas pessoas e organizações ao longo dos anos e vem crescendo na medida em que outros começam a aplicar suas 21 cláusulas para situações específicas. Em 2011, a Coalizão Dinâmica para Direitos e Princípios da Internet lançou os Dez princípios Poderosos (“Ten Punchy Principles”), uma compilação de dez princípios e valores norteadores para a Carta. Esta brochura contém ambos os documentos. Na Primeira Reunião de Revisão WSIS + 10 da UNESCO, no início de 2013, a Coalizão IRP deu início à segunda fase da Carta IRPC, a “Carta 2.0”.

A versão em português da carta foi traduzida pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro.

Leia e baixe o documento aqui.

Visto aqui.