Palavra sem responsabilidade: o que um artigo de Ana Palacio diz sobre discurso, argumentação e democracia

Depois de publicar um artigo sobre Ceuta, a antiga ministra espanhola Ana Palacio foi inundada de insultos nas redes sociais. O texto que daí resultou, «Palabra sin responsabilidad», oferece às escolas portuguesas um vocabulário preciso — «zanjismo» incluído — para ensinar a diferença entre discordar e desqualificar.

Uma antiga ministra dos Negócios Estrangeiros publica um artigo sobre a crise de Ceuta e, em poucas horas, a caixa de mensagens enche-se de insultos — «traidora», «vendida», ameaças veladas disfarçadas de aviso. O episódio, por si só, não teria interesse nenhum para uma escola portuguesa. Mas a autora, em vez de responder aos insultos, escreveu sobre eles — e o que escreveu interessa tanto a um professor de Filosofia como a um diretor de turma que tenta explicar a um aluno de catorze anos porque é que discordar de alguém online não é o mesmo que insultá-lo.

Este artigo parte da leitura direta do texto de opinião «Palabra sin responsabilidad», da jurista e antiga ministra espanhola dos Negócios Estrangeiros Ana Palacio, publicado na sua coluna «Equipaje de mano» no jornal El Mundo, em 8 de agosto de 2026. Cruza as ideias centrais desse texto — a separação entre a palavra e a responsabilidade, o conceito de «zanjismo» e o desenho da conversação pública em torno do impacto — com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e as Aprendizagens Essenciais de Filosofia e de Português.

Uma enxurrada de insultos, um fenómeno que interessa à escola

Ana Palacio conta, logo nas primeiras linhas do seu artigo, o que lhe aconteceu depois de publicar um texto anterior sobre a crise migratória em Ceuta: ao lado de comentários críticos mas fundamentados, recebeu uma vaga de mensagens curtas que pouco mais continham do que insultos — e essas mensagens não vinham todas do mesmo campo ideológico. Enquanto uns a acusavam de servir interesses estrangeiros, outros recordavam episódios completamente distintos, como se a política se resumisse a colar etiquetas ofensivas a quem discorda. A autora conta que se cansou de bloquear contas na sua janela do X.

O episódio pessoal interessa pouco. O que interessa é o fenómeno que revela, e que Palacio formula com uma precisão rara: a injúria sempre acompanhou a vida pública, mas nunca tinha sido tão fácil separar a palavra da responsabilidade por ela. É esta separação — não a existência do insulto, que é tão velha quanto a própria política — que dá a este texto um interesse direto para quem ensina adolescentes a discutir ideias, dentro e fora da sala de aula.

Quando falar tinha um preço

O argumento histórico de Palacio é simples e vale a pena que uma aula o desenvolva: as primeiras constituições liberais deram uma importância enorme à publicidade do debate e à liberdade de imprensa precisamente porque partiam do princípio de que falar tinha um custo. A Constituição de Cádis, de 1812, é o exemplo que a autora escolhe: um documento nascido da confiança de que as razões podiam circular, ser confrontadas e até persuadir, e que via a deliberação pública não como um adorno do sistema representativo, mas como a própria condição da sua viabilidade. Insultar alguém obrigava a assinar com o nome, mostrar o rosto e arriscar a reputação; mesmo o panfleto anónimo exigia esforço material e algum risco.

Hoje basta um telemóvel e uma conta cujo titular pode muito bem ser fictício. Palacio resume a mudança de forma direta: a tecnologia multiplicou até ao infinito a capacidade de vociferar e de vilipendiar, ao mesmo tempo que reduziu o custo de o fazer a praticamente zero. É uma ideia que qualquer aluno reconhece de imediato — a diferença entre escrever uma carta a alguém e escrever um comentário anónimo — mas que raramente é ligada, com esta clareza, à própria arquitetura das constituições liberais.

O insulto como formato, não como paixão

A frase mais citável do artigo resume talvez a sua tese central: «o insulto deixou de ser uma paixão para se transfigurar em formato». Palacio distingue com cuidado duas coisas que costumam confundir-se: o ódio, que existia muito antes da internet, e o modelo de comunicação que as redes sociais criaram à sua volta. O que mudou não foi a agressividade humana — é a sua expressão e, sobretudo, a rentabilidade de a expressar. Há perfis cujo único conteúdo consiste em produzir indignação, sem qualquer intenção de convencer quem quer que seja; o seu êxito mede-se pela reação que provocam, e quanto mais bestial e mais repetida, melhor funciona.

Por trás desta constatação está uma ideia sobre o desenho da própria conversação pública: deixou de premiar o argumento para premiar o impacto. A atenção tornou-se moeda de troca, e o exabrupto cotiza melhor — mais gostos, mais seguidores — do que o raciocínio. Palacio acrescenta um ponto que interessa particularmente a quem trabalha literacia digital com adolescentes: não sabemos quantos destes perfis são projeção de pessoas reais, quantos são coordenados em bloco e quantos são simples programas automatizados — e, para o efeito sobre quem lê, isso quase não importa. Reconhecer esta incerteza, em vez de assumir que há sempre uma pessoa do outro lado do ecrã, é já uma competência de literacia mediática.

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Do desacordo à descalificação: o «zanjismo»

O conceito mais útil do artigo para uma aula é também o mais difícil de traduzir: Palacio chama «zanjismo» — de zanjar, encerrar uma questão à força — à atitude de tratar quem discorda não como um interlocutor a persuadir, mas como um obstáculo cujo ridículo basta para invalidar o que diz. A autora sublinha que a democracia liberal pressupõe cidadãos capazes de admitir que o outro pode ter, pelo menos, alguma razão; o zanjismo parte exatamente da premissa contrária. Quando a possibilidade de persuadir desaparece, desaparece com ela o próprio incentivo para raciocinar.

Esta tensão entre persuadir e simplesmente calar o adversário não é nova — atravessa toda a história da filosofia ocidental, desde a desconfiança clássica perante a retórica dos sofistas até aos debates contemporâneos sobre argumentação. O que Palacio acrescenta é uma observação sobre o efeito coletivo: quando a conversação pública se transforma numa sucessão de monólogos simultâneos, ditos para a própria claque e aireados em câmaras de eco, o insulto deixa de ser um excesso ocasional do sistema para se tornar o lubrificante que o mantém a funcionar. A consequência mais preocupante, escreve, não é o aumento do insulto — é a perda da curiosidade pelo outro.

O que isto diz à escola portuguesa

Nenhuma linha deste artigo foi escrita a pensar no currículo português — Palacio dirige-se a leitores de opinião política, não a uma sala de aula —, mas o enquadramento para o aplicar já existe. A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, atualizada em agosto de 2025, inclui a dimensão «Democracia e Instituições Políticas» entre as quatro dimensões obrigatórias em todos os anos de escolaridade, com o objetivo explícito de que os alunos reflitam sobre cidadania ativa, democracia, ética e integridade na governação democrática (Portugal, 2025). É difícil encontrar um texto mais diretamente alinhado com este objetivo do que um artigo que discute, com um caso concreto, o que acontece a uma democracia quando os seus cidadãos deixam de acreditar que vale a pena convencer.

A mesma ENEC mantém a dimensão «Media» entre as obrigatórias em pelo menos um ano de cada ciclo, com um enunciado que cobre quase ponto por ponto o problema dos perfis anónimos e dos conteúdos gerados automaticamente: promover a literacia mediática e a utilização crítica e segura das tecnologias digitais, da informação e dos conteúdos gerados por inteligência artificial, ao lado de valores como a liberdade de expressão e o compromisso com a ética (Portugal, 2025). O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória oferece um terceiro ponto de entrada, este mais transversal a qualquer disciplina: entre as suas dez áreas de competência, inclui o pensamento crítico e pensamento criativo e o relacionamento interpessoal, definidos como a capacidade de interrogar a realidade e de formular juízos fundamentados sobre o que se lê e ouve (Direção-Geral da Educação, 2017).

Para quem ensina Filosofia, as Aprendizagens Essenciais do 11.º ano colocam a confrontação crítica de teses e de argumentos entre as competências centrais da disciplina (Direção-Geral da Educação, 2018) — uma formulação que se aplica sem qualquer adaptação à distinção que este artigo propõe entre discordar e desqualificar. E as Aprendizagens Essenciais de Português preparam explicitamente os alunos para intervir com propriedade em qualquer discussão de ideias e para participar num debate, o que dá à componente de oralidade um lugar natural para este tipo de exercício (Direção-Geral da Educação, 2018).

Uma proposta para a sala de aula

Uma forma simples de levar este texto a uma turma de Filosofia, Português ou Cidadania e Desenvolvimento no ensino secundário não exige qualquer material que a escola não tenha já. Pode pedir-se aos alunos que tragam, de memória ou de forma anonimizada, três comentários que tenham visto recentemente numa rede social sobre um tema atual, e que os classifiquem em três categorias: argumento, opinião apaixonada mas fundamentada, ou insulto puro. O passo seguinte é o mais interessante: para cada comentário classificado como insulto, pedir aos alunos que o reescrevam como um argumento — mantendo a discordância, mas removendo a descalificação. O exercício não pretende neutralizar a paixão do debate político, que Palacio própria reconhece como legítima; pretende apenas tornar visível a diferença entre discordar de alguém e tratá-lo como um obstáculo a ridicularizar.

A segunda parte da proposta dirige-se a quem coordena a Estratégia de Educação para a Cidadania de uma escola ou agrupamento. Vale a pena aproveitar o artigo de Palacio para uma sessão curta que ligue explicitamente as dimensões «Democracia e Instituições Políticas» e «Media», partindo de uma pergunta simples: o que mudaria, num grupo de WhatsApp da turma ou num comentário público nas redes sociais dos alunos, se cada mensagem exigisse o mesmo custo pessoal que exigia uma carta assinada ou um discurso feito de viva voz? Não se trata de propor a proibição do anonimato, que tem também funções legítimas de proteção — trata-se de discutir, com os próprios alunos, porque é que a facilidade técnica de insultar sem custo nenhum não é a mesma coisa que a liberdade de o fazer.


Nota de transparência: este artigo foi elaborado com o apoio de inteligência artificial (Claude, da Anthropic), a partir da leitura do artigo «Palabra sin responsabilidad», de Ana Palacio (El Mundo, coluna «Equipaje de mano», 8 de agosto de 2026).

Referências

Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_Imagens/perfil_do_aluno.pdf

Direção-Geral da Educação. (2018, agosto). Aprendizagens essenciais | Articulação com o Perfil dos Alunos — 11.º ano, ensino secundário, Filosofia. Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/11_filosofia.pdf

Direção-Geral da Educação. (s.d.). Aprendizagens essenciais | Articulação com o Perfil dos Alunos — 11.º ano, ensino secundário, Português. Ministério da Educação. Recuperado a 22 de agosto de 2026, de https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/11_portugues.pdf

Palacio, A. (2026, 8 de agosto). Palabra sin responsabilidad. El Mundo, p. 17.

Portugal. (2025). Resolução do Conselho de Ministros n.º 127/2025, de 29 de agosto — Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Diário da República, 1.ª série. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/enec-2025.pdf

Para saber mais

Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, na Direção-Geral da Educação, para enquadrar as áreas de competência referidas neste artigo.

Aprendizagens Essenciais de Filosofia (11.º ano), na Direção-Geral da Educação, com a referência à confrontação crítica de teses e argumentos citada neste texto.

Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (2025), na Direção-Geral da Educação, com a descrição completa das dimensões «Democracia e Instituições Políticas» e «Media» referidas neste artigo.

A desinformação Russa | literacia dos media

AI AND THE FUTURE OF NEWS – Generative AI and News Report 2025: How People Think About AI’s Role in Journalism and Society

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O paradoxo das pequisas “inteligentes”: confiamos na IA sem confiar nela

Usamos a inteligência artificial todos os dias para nos informar, mas continuamos a dizer que não confiamos nela.


De acordo com o relatório “AI and the Future of News 2025” do Reuters Institute for the Study of Journalism:
⚫️54% das pessoas viram uma resposta gerada por IA no Google na última semana,
enquanto apenas 34% abriram diretamente uma ferramenta como o ChatGPT.
⚫️ Apenas um em cada três clica nos links depois de ler essa resposta.
⚫️ E mais de 60% preferem ficar com o próprio resumo do mecanismo de pesquisa em vez de visitar as fontes originais.
⚫️ Ainda assim, metade dos utilizadores confia no que a IA diz, embora apenas 12% se sintam confortáveis com as notícias escritas por ela.

A IA já não é uma ferramenta, mas a nova camada transparente de mediação de conhecimento. Já não há necessidade de pesquisar, agora a IA faz isso por si. Escolhe, sintetiza e classifica de forma rápida e fácil para nós. Sem registo, sem atrito, sem esforço. Como Tíscar Lara e Carlos Magro Mazo diriam, perfeito.

Nesse cenário, resumos “inteligentes” poupam-nos etapas, tornam-se atalhos digitais, aceleram e simplificam ao máximo o processo de pesquisa. Quando deixamos a tecnologia pensar por nós, os atalhos digitais tornam-se atalhos mentais, e é aí que reside o risco. Como podemos recuperar o processo de busca quando tudo é tão fácil?

Voltamos ao problema do viés de autoridade, muitas pessoas concedem à IA o princípio da veracidade, simplesmente porque resumos “inteligentes” parecem convincentes, mas são mera probabilidade, resultados plausíveis. E aqui aparece outro paradoxo, se lermos apenas os resumos da IA, não estamos a construir as novas câmaras de eco dentro das próprias buscas “inteligentes”?

Confiamos na IA sem confiar nela. Desconfiamos do conteúdo que produz, mas aceitamos os resumos que nos dá. Queremos manter o controle, mas delegamos o primeiro filtro da verdade.

Os nossos alunos são nativos digitais, mas não são digitalmente competentes.
Por isso, é necessário desenvolver a literacia mediática e informacional com as novas regras do jogo do imediatismo, facilidade e rapidez, incentivando o seu pensamento e atitude crítica a ler, a ir além do resumo, ligar ideias, contrastar perspectivas, discernir, consultar outras fontes, questionar, identificar vieses e não tomar resumos “inteligentes” como garantidos.

Em tempos em que tudo é projetado para ser fácil, rápido e automático, o pensamento torna-se um ato de rebelião.

A Reportagem: o género jornalístico que vai além da notícia

A reportagem é um dos géneros jornalísticos mais fascinantes e completos que existem. Ao contrário da notícia, que apenas informa sobre um acontecimento, a reportagem mergulha fundo nos assuntos, explora diferentes ângulos e oferece ao leitor uma compreensão muito mais rica e detalhada da realidade. Para os alunos compreender este género textual é fundamental, não só para desenvolver a literacia mediática, mas também para se tornarem cidadãos mais críticos e informados.

Ler uma história |

A reportagem distingue-se claramente da notícia em vários aspetos essenciais: enquanto a notícia se limita a responder às perguntas básicas sobre um acontecimento (o quê, quem, quando, onde), a reportagem vai muito além, investigando as causas, as consequências e os diferentes pontos de vista sobre um tema. O repórter assume um papel ativo na construção da narrativa, podendo expressar a sua perspetiva e incluir elementos subjetivos, desde que fundamentados em factos rigorosos.​

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O Mundo na Escola

O regresso dos Recursos (Im)prováveis do Bibliotubers

A secção Recursos (Im)prováveis é retomada no Bibliotubers com uma missão clara: desafiar as práticas convencionais da sala de aula através de recursos que, à primeira vista, podem parecer improváveis, mas que revelam um potencial transformador para a educação global e uma cidadania ativa.

Num tempo em que as fronteiras entre o digital e o analógico se esbatem, em que as notícias viajam à velocidade da luz e em que os jovens navegam simultaneamente em múltiplas realidades, torna-se imperativo repensar o que constitui um “recurso educativo”. A proposta desta secção é precisamente essa: expandir o conceito de material didático.

Porque havemos de limitar a aprendizagem ao previsível? Porque não explorar uma notícia controversa, um meme viral, um podcast, uma instalação artística ou até um comentário numa rede social como ponto de partida para debates profundos sobre direitos humanos, sustentabilidade, identidade ou democracia?

Os recursos (im)prováveis são aqueles que nos chegam de forma inesperada, que emergem do quotidiano mediático, das tendências digitais, das controvérsias públicas. São fragmentos da contemporaneidade que, quando utilizados pelo educador, se transformam em pontes entre o currículo formal e o mundo real.

Vivemos numa era de infoxicação e de polarização crescente. Os nossos alunos são nativos digitais, mas vulneráveis à desinformação, pelo que é fundamental que desenvolvam não apenas competências técnicas, mas sobretudo literacia mediática, pensamento crítico e consciência cidadã.

É neste contexto que os recursos (im)prováveis ganham relevância. Uma notícia sobre alterações climáticas publicada numa rede social pode gerar uma investigação sobre fontes de informação. Um vídeo pode abrir discussões sobre representação cultural. Uma infografia pode motivar a criação de projetos de visualização de dados. Um excerto literário, aparentemente descontextualizado, pode iluminar questões contemporâneas com uma perspetiva atemporal.

O professor, enquanto curador digital, terá a oportunidade de selecionar, alterar, adaptar, difundir de forma intencional os recursos que aqui serão disponibilizados. Apesar de cada recurso ser acompanhado de uma proposta de exploração pedagógica, o objetivo é oferecer pontos de partida flexíveis que cada educador deve adaptar à sua realidade.

Esta secção compromete-se com a diversidade de formatos, perspetivas e vozes. Procuraremos recursos que representem diferentes geografias, culturas, gerações e pontos de vista. A educação global exige precisamente isso: a capacidade de compreender e dialogar com a complexidade do mundo.

Os recursos podem ser visuais (fotografias, infografias, obras de arte), sonoros (podcasts, música, registos áudio), textuais (artigos, posts, manifestos), audiovisuais (documentários, vídeos, animações) ou mesmo experienciais (jogos, simulações, desafios).


Acompanhem regularmente esta secção. Cada post será uma oportunidade de descobrir algo inesperado, de questionar pressupostos e de expandir horizontes.

A educação acontece quando menos esperamos, nos lugares mais improváveis, através dos recursos mais inesperados.

Post publicado primeiro no Bibliotubers.