Curadoria: uma competência do professor de hoje?

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Curadoria, uma competência que muitos pensam estar em desuso, é cada vez mais importante! Esta foi a mensagem que transmitiram a Doutora Paula Ferreira e o Dr Jorge Borges da Rede de Bibliotecas Escolares, na passada 6ª, dia 29 de março no LabTE.

É importante, antes de mais, definir o que é Curadoria:

É o processo através do qual selecionamos, analisamos, filtramos, organizamos e partilhamos informação que nos parece relevante e que nos chega de diferentes fontes. Resumindo e falando de educação pode-se dizer que é a criação de um banco de recursos.

 

(…)

Num mundo cada vez mais digital, em que muitas das tarefas serão automatizadas, o segredo está nas capacidades únicas do ser humano. O que passa a ser valioso é o que não é possível automatizar! Para suplantar a evolução vertiginosa da tecnologia devemos criar redes formativas e académicas com quem possamos aprender. É necessário mantermos-nos atualizados, e para isso a curadoria é bastante importante.

Além de ser uma competência fundamental para a docência, é também uma competência a desenvolver nos seus alunos. É importante que eles também aprendam a manter-se atualizados, recorrendo a fontes fidedignas, comparando e refletindo sobre diferentes pontos de vista.

“Não estamos sozinhos na sala de aula, temos um mundo em que nos podemos apoiar com um vasto número de recursos disponíveis.”

Dr. Jorge Borges

É importante o aluno dominar a diferença entre informação e conhecimento. Acedendo a diferentes fontes é possível conhecer diferentes pontos de vista e fomentar o raciocínio crítico, uma soft skill cada vez mais necessária.

(…)

LabTE | Acontece. (2019). LabTE | Universidade de Coimbra. Retrieved 2 April 2019, from https://labteuc.wixsite.com/labte/acontece/curadoria-uma-compet%C3%AAncia-do-professor-de-hoje

 

Educar com e para os Media | apresentação

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sobre os MEDIA | revista

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La relación profesor-alumno y la comunicación en Facebook: percepciones de los alumnos | artigo

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RESUMEN

La relación profesor-alumno es crucial para un aprendizaje y una enseñanza exitosos. Actualmente, la comunicación entre alumnos y profesores –factor esencial que facilita estas relaciones– sucede a través de las redes sociales. En la presente investigación examinamos las asociaciones entre la relación alumno-profesor y la comunicación alumno-profesor mediatizada por las redes sociales. La muestra incluyó a alumnos israelíes de educación media y secundaria de 12-19 años de edad (n=667). Se comparó la relación alumno-profesor entre sub-grupos de alumnos de acuerdo al tipo de conexión con sus profesores en Facebook (o la falta de conexión), sus actitudes hacia la prohibición de conexión por Facebook con los profesores, y sus percepciones acerca del uso de Facebook para el aprendizaje. Con respecto a las actitudes de los alumnos en relación a la prohibición de comunicación alumno-profesor vía redes sociales, así como el uso del Facebook para estudiar, encontramos diferencias significativas en tres grupos de alumnos: aquellos que no se interesan por conectarse con sus profesores en Facebook, aquellos que se conectan con sus profesores en Facebook, y aquellos que no están conectados con sus profesores, pero que desean hacerlo. Encontramos asociaciones significativas en la relación alumno-profesor y la comunicación alumno-profesor mediatizada por Facebook. En esta última existe una brecha entre las expectativas del alumno y la experiencia práctica. La clave para cerrar esa brecha se basa en las normas y la implementación efectiva.

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Como o Facebook ‘engoliu’ o jornalismo

Algo muito dramático está a acontecer com o nosso panorama mediático, com a esfera pública e com a nossa indústria jornalística, quase sem que nos apercebamos e, certamente, sem o nível de exame e debate público que merece. O nosso eco-sistema de notícias mudou mais dramaticamente nos últimos cinco anos do que, quiçá, em qualquer momento dos últimos quinhentos anos.

Assistimos a imensos saltos na capacidade técnica –realidade virtual, vídeo em direto, aplicações noticiosas com dotadas de inteligência artificial, mensagens instantâneas e aplicações de chat– e alterações massivas no controlo e finanças, colocando o futuro do nosso eco-sistema noticioso nas mãos de poucos, que controlam o destino de muitos.

Os Media Sociais não engoliram apenas o Jornalismo, engoliram tudo

Engoliram as campanhas políticas, os sistemas bancários, as histórias pessoais, a indústria do lazer, as vendas e até o Governo e a segurança. O telemóvel no nosso bolso é o nosso portal para o mundo. Penso que, em vários moldes, isto anuncia enormes e excitantes oportunidades para a educação, informação e conexão, mas traz consigo um leque de riscos existenciais de contingente.

Deveremos aceitar esses mesmos riscos? Será que compreendemos adequadamente quais são? Estaremos nós a trabalhar o suficiente para interrogar estes novos sistemas de poder, que possuem uma escala que desafia Governos mas que são incontáveis, excepto para os mercados, e intencionalmente opacos?

Pretendo examinar como é que o jornalismo se alterou através do poder da Internet e, especificamente, das redes sociais virtuais.

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