DigComp 2.2 | The Digital Competence Framework for Citizens

2022

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PREFACE

For more than a decade, the Digital Competence Framework for Citizens (DigComp) has provided a common understanding, across the EU and beyond, of what digital competence is, and therefore provided a basis for framing digital skills policy.

There is already a high awareness of DigComp as the EU-wide framework for developing and measuring digital competence. Going forward, DigComp can also play a central role in achieving our ambitious EU objectives with regard to the digital upskilling of the whole population and in developing a European Digital Skills Certificate. In the Digital Compass for Europe’s digital decade, the EU has set the ambitious policy targets of reaching a minimum of 80% of the population with basic digital skills and having 20 million ICT specialists by 2030. The first of these targets is also taken up by the European Pillar of Social Rights Action Plan.

Since its adoption, DigComp has provided a scientifically solid and technology-neutral basis for a common understanding of digital skills and framing policy. However, things move fast in the digital sphere and a lot has happened since the framework was last updated in 2017.

More specifically, emerging technologies, such as Artificial Intelligence, Virtual and Augmented reality, robotisation, the Internet of Things, datafication or new phenomena such as misinformation and disinformation, have led to new and increased digital literacy requirements on the part of the citizen.

There is also an increasing need to address the green and sustainability aspects of interacting with digital technologies. The present update, therefore takes account of the knowledge skills and attitudes needed by citizens in the face of these developments.

Importantly also, the DigComp 2.2 update process has involved consulting a very broad number of stakeholders, including through the dedicated Community of Practice that was set up for this purpose. In addition, there was an open validation process both on-line and through interactive workshops with major international players such as ILO, UNESCO, UNICEF and the World Bank.

This broad stakeholder involvement and buy-in is vital to achieving the continued recognition and success of the Digital Competence Framework. With this update, our aim is to keep DigComp relevant for learning, working and participating in society, as well as for EU policy-making and the European Digital Strategy, including initiatives such as the Skills Agenda, the Digital Education Action Plan, the Digital Decade and Compass, and the Pillar of Social rights and its action plan.

Manuela Geleng Director EMPL B – Jobs and Skills DG Employment, Social Affairs and Inclusion European Commission

Mikel Landabaso Alvarez Director Directorate B – Growth & Innovation Joint Research Centre European Commission

Transição digital nas escolas: desafios e oportunidades | Ana Ferreira

23 de out. 2021 | Fólio

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Ontem em Óbidos. Ana Paula Ferreira falou:

a) da importância de conhecer e refletir sobre a importância dos referenciais DigCompEdu e DigCompOrg, no quadro do Programa de Digitalização das Escolas.

b) das múltiplas dimensões, variáveis, intervenientes e contributos das tecnologias digitais para a implementação dos Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas.

c) da importância da utilização de metodologias de Gestão da Mudança.

d) dos fatores críticos de sucesso no desenvolvimento digital das Escolas, associados às estratégias para endereçar a dimensão humana da mudança.

A Ana P. Ferreira analisa a estratégia de transição digital nas escolas, fundamentando-se nos referenciais europeus DigCompEdu e DigCompOrg para modernizar o ensino.

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Detalha a importância de capacitar tanto as organizações educativas como os docentes, promovendo o uso de ferramentas como a SELFIE para o diagnóstico institucional. Destaca-se a necessidade de adotar uma mentalidade de crescimento e metodologias de gestão da mudança para enfrentar as transformações tecnológicas e pedagógicas.

A abordagem foca na Educação 4.0, valorizando a personalização da aprendizagem e o papel do professor curador na seleção de recursos de qualidade. Por fim, sublinha-se que o sucesso desta evolução depende do fator humano e do desenvolvimento de competências críticas para um futuro incerto.

(Re)pensar as bibliotecas escolares do século XXI

As Bibliotecas vivem um momento único. Ou se redefinem ou não se lhes augura grande futuro.

Paradoxalmente, nunca tiveram uma oportunidade tão grande de, uma vez por todas, se tornarem, de facto, incontornáveis como centros de saber da Escola.

Há um deficit muito grande no que respeita a alguns dos novos saberes (literacia dos media, digital, da informação…) de que a Escola tem de se apropriar urgentemente, para poder preparar os alunos.

Se tal não acontecer, a Escola não cumprirá a sua missão.

Ora, é aqui que as Bibliotecas Escolares encontram um novo nicho de trabalho: a promoção de múltiplas literacias.

Evidentemente que têm de continuar a fazer aquilo que sempre fizeram e falamos concretamente da promoção da leitura. Com muita atenção à extensiva, mas não esquecendo as novas formas de ler e escrever.

Sabemos que as instituições são conservadoras por natureza e as bibliotecas não fogem à regra. Contudo, se não forem capazes de ocupar este vazio, sucumbem.

É por isto que, numa primeira fase, o Biblio Tubers refletiu sobre o mundo das bibliotecas. Tão somente para provocar a discussão, na tentativa de promover e acelerar a mudança.

A Biblioteca Escolar impõe-se! | As Bibliotecas Escolares devem reinventar-se e assumir-se como centros de saber

As Bibliotecas Escolares na encruzilhada… | …do analógico ao digital

Flexibilizar o currículo: Qual o papel das Bibliotecas Escolares? | Um desafio para a Escola e para os Professores

Dar visibilidade digital à biblioteca: criar novos utilizadores e leitores | 7 Boas Práticas para criar um sítio web da Biblioteca amigável

Inovar com a Biblioteca Escolar | Novas formas de ensinar e de aprender

Avaliar e monitorizar o impacto da Identidade Digital da biblioteca | Do ponto de partida ao ponto de chegada | Que caminhos?

Identidade Digital | Ponto de partida e de chegada | Para uma biblioteca que conhece a sua comunidade e responde às suas necessidades

O ADN de uma Biblioteca | Identidade digital… procura-se!

As bibliotecas ganham espaços | avaliar para aprender | A avaliação do programa Biblioteca Criativa, na Galiza

O impacto das redes na disseminação da informação | O caso da Rede de Bibliotecas Escolares

Cinco motivos pelos quais é fundamental incluir a leitura acessível nas nossas bibliotecas | Inclusão

Duas razões para conhecer o professor bibliotecário da escola do seu filho

A cultura digital e o seu impacto na leitura e na escrita | Entrevista a Néstor García Canclini: A cultura digital cambia la lectura y los modos de estudiarla

Reconfigurar a biblioteca escolar | Novas formas de estar e fazer (n)as bibliotecas

Redesenhar a biblioteca escolar | Bibliotecas: comunidades de recursos para colaborar, criar e fazer.

Ensinar e aprender no século XXI | XII Encontro de Bibliotecas Escolares de Leiria: Mais Biblioteca, Melhor Cidadania

ensinar

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Comunicação apresentada na 12ª edição do Encontro Anual da Rede de Bibliotecas Escolares de Leiria, que decorreu nos dias 22 e 23 de novembro, no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.