El futuro de la edición y la comunicación académica | Informe del Grupo de Expertos a la Comisión Europea

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O documento “El futuro de la edición y la comunicación académica” é um relatório elaborado por um grupo de especialistas para a Comissão Europeia, que analisa o estado atual e as perspectivas futuras da publicação e comunicação académica. A seguir, apresento uma análise crítica dos principais pontos abordados no documento:

Visão Geral e Objetivos

O relatório tem como objetivo apoiar o desenvolvimento da política de Ciência Aberta da Comissão Europeia. Ele analisa o passado recente e o estado atual da comunicação e publicação académicas, propondo dez princípios para moldar uma visão de longo prazo (10-15 anos) para a área. Esses princípios também servem para identificar deficiências no sistema atual e oferecer recomendações para superá-las.

Principais Temas e Análises

  • Mudanças na Publicação Académica: Desde a Segunda Guerra Mundial, houve uma transição significativa das publicações baseadas em sociedades para as publicações comerciais, que agora dominam o cenário. A digitalização e o acesso aberto são destacados como fatores transformadores, embora ainda haja desafios significativos para alcançar um acesso aberto total.
  • Funções da Publicação Académica: O processo de publicação académica inclui registo, certificação, difusão e preservação. A avaliação, especialmente através do Fator de Impacto de Revistas (JIF), tem sido controversa e é criticada por potencialmente distorcer o processo de pesquisa.
  • Deficiências e Desafios Atuais: O relatório identifica várias deficiências no sistema atual, como a limitada interoperabilidade das plataformas, as desigualdades estruturais amplificadas pela competição em torno de rankings e fatores de impacto, e as críticas ao processo de revisão por pares por favoritismo e opacidade.
  • Princípios para o Futuro: Os especialistas propõem princípios que incluem acessibilidade, utilidade máxima, infraestrutura distribuída baseada em normas abertas, equidade, diversidade, inclusão, qualidade e integridade das contribuições académicas, e flexibilidade e inovação.

Crítica e Reflexões

  • Inovações e Resistências: O documento reconhece que, apesar das inovações, como o acesso aberto, ainda há resistência significativa em adotar mudanças mais radicais que poderiam democratizar o acesso à informação académica.
  • Impacto Económico e Intelectual: Há uma crítica à mistura entre valores intelectuais e económicos no modelo atual de publicação, sugerindo que os editores precisam adaptar os seus modelos de negócio para apoiar um sistema mais justo e equitativo.
  • Papel das Agências de Financiamento: O relatório destaca o papel crucial das agências de financiamento em moldar o futuro da publicação académica, dado seu acesso a recursos e liberdade para agir.

Conclusão

O relatório fornece uma análise abrangente e crítica do estado atual da publicação académica, identificando desafios e propondo direções futuras. A ênfase na ciência aberta e na necessidade de um sistema mais equitativo e acessível é um ponto forte, mas a implementação dessas mudanças exigirá esforços coordenados de todos os atores envolvidos no sistema académico.

Comisión Europea El futuro de la edición y la comunicación académica : informe del grupo de
expertos a la comisión europea / prólogo de Jean-Claude Guédon. – la ed. – La Plata: Books2bits, 2024.
Libro digital, PDF – (Ciencia Abierta / Mela Bosch ; 1)
Archivo Digital: descarga
Traducción de: Alberto Rebollar.
ISBN 978-631-90043-9-7 1. Ciencias de la Información. 2. Política Educacional. I. Guédon, Jean-Claude,
prolog. II. Rebollar, Alberto, trad. III. Título.
CDD 020.71

Manual básico para la escritura de ensayos

2023

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Autores

María Luz Anguiano López Paliza; Jesús Caos Huerta Rodríguez; Jamie Aline Ibarra Sepúlveda; Karla Almazán Olachea

Actes des Journées européennes de la science ouverte | Open Science European Conference – OSEC 2022

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RÉSUMÉS

Depuis plus de vingt ans, la communauté scientifique internationale affirme son soutien à la science ouverte comme fondement d’une recherche plus collaborative, transparente, intègre et proche de la société. Cette orientations’est notamment traduite en France par l’adoption de deux Plans nationaux pour la science ouverte, en 2018 et 2021.

Dans cette dynamique et à l’occasion de la présidence française du Conseil de l’Union européenne, la France a organisé les 4 et 5 février 2022 les Journées européennes de la science ouverte (OSEC). Cette conférence sur la transformationde l’écosystème de la recherche et de l’innovation en Europe a été l’occasion d’aborder en particulier la transparence des recherches en santé, l’avenir de l’édition scientifique et l’ouverture des codes et logiciels produits dans un contexte de recherche, mais aussi les transformations nécessaires de l’évaluation de la recherche, synthétisées dans l’Appel de Paris présenté lors de ces Journées et appelant à la création d’une coalition d’acteurs engagés pour une réforme du système actuel.

Cet événement international a été organisé avec le soutien de l’Académie des sciences, du ministère de l’Enseignement supérieur et de la Recherche, du Centre national de la recherche scientifique (CNRS), de l’Institut national de la santé et de la recherche médicale (INSERM), du Haut Conseil de l’évaluation de la recherche et de l’enseignement supérieur (Hcéres), de l’Agence nationale de la recherche (ANR), de l’Université de Lorraine et de l’Université de Nantes.

Fonte

Guía práctica de licencias de uso para docentes

Guia prático de licenciamento de uso para docentes

Foto de Umberto na Unsplash

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São inúmeros os recursos que encontramos atualmente na Internet e que podem ser úteis no nosso trabalho docente: imagens, textos, vídeos, sequências didáticas… Mas posso usar livremente tudo o que encontro na Internet?

O Cedec apresenta o Guia Prático de uso de licenças para professores , um material de referência que nos permite orientar sobre quais materiais podemos incorporar nos nossos recursos educacionais ou usar nas nossas aulas e em quais condições. Da mesma forma, aposta na utilização de licenças abertas para promover a difusão, transformação e atualização dos recursos criados pelo corpo docente.

Depois de uma primeira parte em que é explicado o que são direitos de autor, que exceções a lei contempla para uso educacional e quais são as licenças Creative Commons , são-nos oferecidas orientações sobre quais as possibilidades que temos como professores ao usar ou criar materiais educacionais:

  • O que posso usar como professor e em que condições.
  • O que devo levar em consideração ao incorporar trabalhos de outras pessoas nos meus materiais.
  • Onde posso encontrar materiais gratuitos.
  • O que devo fazer para que os meus materiais possam ser utilizados por outros colegas?

Além disso, ao longo do guia são oferecidos infográficos que resumem alguns dos conteúdos mais importantes e são propostas algumas atividades de autoavaliação e um caso prático para rever e esclarecer conceitos.

Os objetivos deste Guia são, por um lado, fornecer aos professores as ferramentas necessárias para aproveitar os recursos disponíveis respeitando sempre os direitos de autor e, por outro, fornecer informações sobre como partilhar os seus próprios materiais , favorecendo intercâmbio de recursos educativos, abertos e promotores do conhecimento e da cultura livres.

PROPUESTA PARA UNA POLÍTICA DE RECURSOS EDUCATIVOS ABIERTOS (REA)

2023

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Propósito Esta propuesta de política se enmarca en un plan de Ciencia Abierta que puede comprender diferentes ámbitos como: el acceso abierto, las infraestructuras, recursos educativos, los datos de investigación, código abierto, etc.

Describe la posición de las universidades asociadas en la Crue Universidades Españolas, de compromiso al impulso de la implementación de la Open Science y en concreto a los Recursos Educativos Abiertos (en adelante REA) y proporciona pautas para la práctica en la docencia y el aprendizaje.

CRUE-REBIUN alienta al personal docente, investigador, administración (en adelante el personal) de las universidades y al estudiantado a usar, crear y publicar REA sostenibles y de calidad para mejorar la experiencia del estudiantado, aumentar la provisión de oportunidades de aprendizaje para todos y mejorar las prácticas docentes. También reconoce que el uso y creación de REA es consistente con la visión y valores de las universidades. …