Literacia da Informação e pensamento crítico no Ensino Superior: combater a desinformação | relatório final do projeto

2023

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Introdução

Atualmente o contexto informacional é marcado por uma proliferação de informações e notícias provenientes de várias fontes, incluindo meios de comunicação tradicionais, redes sociais, blogs e outros canais online. A disseminação rápida e ampla de informações, muitas vezes acompanhada pela desinformação, pode criar desafios significativos para os cidadãos na sua busca por informações precisas e confiáveis.

A desinformação, definida como o conjunto de informações falsas ou enganosas deliberadamente divulgadas com o objetivo de enganar, também é um desafio no contexto informacional em Portugal, assim como em muitos outros países ao redor do mundo. A desinformação pode ser disseminada em várias áreas, como política, saúde, ambiente, economia e noutras matérias importantes, e pode ter consequências negativas para a sociedade, incluindo a formação de opiniões distorcidas, a polarização e a perda de confiança nas instituições e nos media.

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A fábrica de cretinos digitais – os perigos dos ecrãs para os nossos filhos | Michel Desmurget

Um dos maiores críticos atuais do uso de tecnologías para a educação Michel Desmurget (Diretor de Investigação ol Instituto Nacional de Saúde de França) autor de “A fábrica de cretinos digitais”.

Ficam aquí 20 frases destacadas/inquietantes do livro. Compiladas pelo meu amigo Cristobal Cobo. Como bónus leia a entrevista a Desmurget.

1. Vale a pena perguntar se essas maravilhosas TIC para a educação cumpriram as suas promessas. Para evitar mal-entendidos, começo por esclarecer: muitas pessoas parecem confundir (às vezes voluntariamente) a aprendizagem “do” digital com a aprendizagem “através” do digital.

2. Três ideias desta verborreia: (1) a omnipresença dos ecrãs deu origem a uma nova geração de seres humanos, diferente das anteriores; (2) os membros desta geração são especialistas digitais; (3) o sistema escolar tem que se adaptar a esta revolução.

3. “Um computador por criança” é o mais recente de uma longa linha de abordagens tecnológicas utópicas que procuram resolver problemas sociais complexos com soluções simples. Não há computador capaz de resolver as dificuldades educacionais dos países em desenvolvimento.

4. Da análise de um grande corpus de observações científicas, pode-se deduzir que o uso de ecrãs para fins educacionais causa uma baixa do desempenho educacional: quanto mais os alunos se envolvem com as TIC, mais baixas são as suas notas.

5. Os estudos científicos coincidem: a superexposição aos ecrãs pode alterar o desenvolvimento cognitivo dos bebés… a verdade é que é impossível estabelecer uma relação de causa e efeito.

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STEM | Coloring Book and STEM activities

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Divertido livro de atividades STEM para alunos do ensino básico, da DoDstem!

Experiencias innovadoras en ambientes de aprendizaje híbridos y virtuales

2022

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Introducción

María Esther Avelar Álvarez

Las instituciones de educación superior antes de la pandemia identificaban entre los desafíos, la inclusión, la equidad, la cobertura, la renovación de los campos laborales, la transformación de las profesiones y el diseño de nuevas profesiones, como consecuencia del uso de los avances de las tecnologías de la información y la comunicación (TIC), en todos los ámbitos de la vida, así como la innovación educativa, la flexibilidad curricular, la calidad educativa, la formación integral que incluye las competencias identificadas como del siglo xxi y los recortes presupuestales a la educación.

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El aula del futuro – Experiencias educativas

2023

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Prólogo

César Herrero | Universidad Autónoma de Madrid

Vivimos en una sociedad cada vez más digitalizada, interconectada y globalizada. Las tecnologías digitales están modificando la forma en la que trabajamos, nos comunicamos, socializamos, aprendemos, compramos, accedemos a servicios públicos en línea, encontramos información de confianza en medios digitales…; en definitiva, lo que afecta a nuestro día a día. Por lo tanto, la ciudadanía requiere unas competencias apropiadas y adaptadas para ser capaces de realizar esas tareas satisfactoria y efectivamente en entornos digitales. Es decir, son necesarias unas competencias específicas que habiliten a las personas a ser ciudadanos en una sociedad cada vez más digitalizada; o sea, es fundamental el desarrollo de competencias digitales en la ciudadanía.

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